Associação dos Oficiais da Reserva do 

EXÉRCITO BRASILEIRO

Filiada ao CNOR - Conselho Nacional de Oficiais R2 do Brasil

  Home Quem Somos Links Diretoria

Opinião
 

Home
Opinião
Boletim
Serviços
Aconteceu
Fotos
Nossos Parceiros
Legislação
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
História da Aor-Eb
Associados
Comentários
11° ENOREX
Pesquisar
Empregos
Estatuto
Aniversariantes
Circular
Folder
Armas
Reuniões
10° ENOREX
Brasil na Mídia
Uniforme
Saúde
Humor
Aviões
Hotéis de Trânsito
12° ENOREX-BH
Governo Militar
Toques Militares
Temática
Nióbio
Desarmamento
Hinos e Canções
Filantropia
Confraternizações
13° ENOREX-Maceió
14° ENOREX-Recife
Utilidade Pública

 

 

 

 

horizontal rule

Deputada Cidinha Campus detona corruptos. Vídeo. Clique para ver

Aprenda com Eike Batista. Vídeo. Clique abaixo para ver

1 - ''Minhas empresas não são bolhas'', diz Eike Batista

2 - ”Meu pai nunca me ajudou”
3 - ”Feliz sou eu, que tive fracassos”
4 - ”Dinheiro tem que ser tratado com carinho”
5 - ”Já criei muita riqueza para os outros”

O COMANDANTE SUPREMO E OS ENSINAMENTOS DA HISTÓRIA MILITAR 

Qual política tem êxito quando as armas sucumbem?

Qual estratégia é valida quando os meios lhe faltam?

Roma privada de legiões, nada teria obtido da habilidade do Senado.

Em nosso país a alienação dos governantes em relação às Forças Armadas há muito deixou o terreno do desinteresse para adentrar no campo da insensatez. Nas monarquias europeias, os herdeiros reais passam por uma escola de formação militar, alguns em mais de uma, servem como oficiais em guarnições militares e ao longo da vida, periodicamente, se aperfeiçoam e absorvem novos conhecimentos, compatíveis à relevância da função pública que irão exercer.

Nos EUA e nas repúblicas mais desenvolvidas do mundo os chefes de Estado, por não terem sido preparados para o cargo, reconhecem a deficiência e buscam se inteirar do assunto pelo assessoramento competente daqueles que dedicaram suas existências à Arte da Guerra.

Em todos esses países, militares e as Forças Armadas são prestigiados e reconhecidos como meios essenciais para defesa da pátria, a preservação das instituições e a manutenção da própria democracia. No Brasil, o oposto:elas têm sido negligenciadas, tratadas muitas vezes como estorvo e, com frequência, profanadas em seu passado de serviços prestados, na tentativa de incompatibilizá-las com a própria nação a quem servem.

Parcela significativa do que ocorre pode ser atribuído ao desconhecimento que a classe política possui sobre elas, não somente de suas necessidades, mas, sobretudo, de seus valores, de suas tradições e de suas peculiaridades como instrumento de imposição, quando imperativo, da aspiração do Estado.

O Comandante Supremo das Forças Armadas, encargo constitucional intransferível, e Ministros, deputados, senadores e funcionários civis com responsabilidade funcional na área de defesa, não dispondo desse conhecimento deveriam procurar alguns ensinamentos básicos na História Militar.

A leitura da biografia e de obras dos dois mais destacados pensadores militares do século XIX, Jomini e Clausewitz, e do maior estrategista militar e político do Brasil Império, Caxias, lhes proporcionariam alguma noção das minudências do caráter das Forças Armadas. Jomini serviu ao exército Suíço, foi general de Napoleão e do Exército Russo, e Clausewitz, talvez o melhor estrategista que o mundo conheceu, começou sua carreira no exército prussiano com doze anos de idade. Caxias, por sua vez, assentou praça como cadete aos 5 anos e por mais 70 anos dedicou-se ao país, pacificando suas lutas internas, vencendo suas guerras externas e, por duas vezes, presidindo o Conselho de Ministros.

Segundo Jomini, o príncipe (Governante) deve receber uma educação ao mesmo tempo política e militar, pois ele encontrará provavelmente mais homens de capacidade administrativa em seus conselhos do que bons estadistas e soldados; por isto, deve procurar ser as duas coisas e caso pessoalmente não conduza seus exércitos, deve ser a sua primeira tarefa e o seu imediato interesse ter o seu lugar preenchido. Deve confiar a glória do seu reino e a segurança dos seus estados ao general mais capaz de dirigir seus exércitos.

Ainda de acordo com Jomini, se a habilidade de um general é um dos mais seguros elementos da vitória, prontamente se verá que a judiciosa escolha de generais (e integrantes da área de defesa) é um dos pontos mais delicados da ciência do governo e uma das partes mais essenciais da política militar (de Defesa) de um Estado, uma vez que a mesma compreende considerações políticas, relativas às operações militares de exércitos, que não pertencem nem à diplomacia, nem à estratégia, e nem à tática.”

Jomini expressa, também, que “é particularmente necessário exercer vigilância sobre a preservação dos exércitos no período de uma longa paz, quando eles podem facilmente se degenerar. Estamos longe de dizer que um governo deve sacrificar tudo ao exército. Pois isso seria um absurdo, mais precisa fazer do exército o objeto de seus constantes cuidados. Quero dizer simplesmente que governos civilizados precisam estar sempre prontos para fazer a guerra sem delongas, isto é, que eles não devem nunca ser encontrados despreparados.”

CLAUSEWITZ, por sua vez, mostra a cerrada inter-relação entre os assuntos políticos e militares, apregoando “que da mesma forma que um homem que não domina completamente um idioma estrangeiro pode, às vezes, deixar de se expressar corretamente, os estadistas frequentemente emitem ordens que entram em choque com o objetivo a que devem servir. Repetidas vezes isso acontece, o que demonstra que certo domínio de assuntos militares é vital para os que são responsáveis pela política geral.”

Devido ao impacto da política na estratégia, os líderes políticos precisam combinar habilidade política com estratégia, da mesma forma que os lideres militares precisam possuir uma compreensão da política nacional.

Os Poderes Constitucionais, a sociedade e as instituições do Estado (dentre as quais estão as Forças Armadas), “tríade extraordinária de Clausewitz” da atualidade, devem ser considerados instrumentos racionais da política nacional. “Racional”, “Instrumento” e “Nacional”: palavras que encerram conceitos chaves para o estabelecimento de um novo paradigma. Assim, a decisão de se empreender intervenções importantes na vida política nacional, como a Estratégia Nacional de Defesa necessita:

-ser racional, no sentido de estar baseada numa avaliação de custos e benefícios para o Estado e para a sociedade;

- ser instrumental, ou seja, empreendida para alcançar um objetivo relevante definido, e;

-ser nacional, de maneira a que seus objetivos satisfaçam os interesses do Estado, justificando o esforço necessário à mobilização da Nação.

Entre outras coisas, Clausewitz, ainda, sugere que os lideres políticos mantenham consultas diligentes com chefes militares.

Por oportuno, pode-se identificar no desabafo de Caxias, em carta ao Visconde de Rio Branco por ocasião do episódio conhecido por “Questão Christie”, o sentimento das Forças Armadas quando não recebe do Estado a atenção devida: “Não se pode ser súdito de nação fraca. Tenho vontade de quebrar a minha espada quando não me pode servir para desafrontar o meu País, de um insulto tão atroz”.

Da mesma forma, todos que por dever de Estado lidam com as Forças Armadas devem ter em mente que nesse convívio não há lugar para artimanhas políticas, as promessas devem ser cumpridas: “Eu voltarei”, disse Douglas Mac Arthur quando deixou as Filipinas em março de 1942. Se ele tivesse acrescentado “no fim do ano”, sua reputação teria sido seriamente abalada na ocasião em que lá desembarcou em 1944. Promessa não cumprida pode erodir o moral”. (Marketing de Guerra – AL Ries e Jack Trout).

Finalizando, duas ideias do Gen Charles de Gaulle extraídas do Livro “O Fio Da Espada”:

- Qual política tem êxito quando as armas sucumbem? Qual estratégia é valida quando os meios lhe faltam? Roma privada de legiões, nada teria obtido da habilidade do Senado.

- Cedo ou tarde, porém, prevista ou não, desencadeada de propósito ou suportada com horror, eis a guerra. No primeiro brilhar das espadas a ordem dos valores se subverte. Saindo da penumbra o chefe militar é investido imediatamente de uma autoridade estarrecedora. O futuro da pátria depende imediatamente daquilo que ele decide. Todo um povo dirige para ele a sua angustia.

Niterói, 21 de novembro de 2011

General de Exército da Reserva, Carlos Alberto Pinto Silva, ex-comandante de Operações Terrestres (COTer), do Comando Militar do Sul, do Comando Militar do Oeste, e Membro da Academia Brasileira de Defesa.

horizontal rule

Perspectivas para a Defesa no período 2012-2015
 
Artigo publicado no Monitor Mercantil de 10, 11 e 12/12/2011, pág. 2 (Opinião), e disponibilizado no Monitor Mercantil Digital em 12/12/2011.
 
EDUARDO ITALO PESCE (*)
IBERÊ MARIANO DA SILVA (**)

 
Os Estados permanecem como principais atores das relações internacionais, e as relações entre Estados são basicamente relações de poder. No Brasil, pouco se investe nas Forças Armadas – embora investimentos em Defesa sejam essenciais à obtenção da autonomia tecnológica de um país. E ainda há quem queira redirecionar recursos dessa área para “programas sociais”.
 
Em valores atualizados até 28/11/2011, a dotação orçamentária autorizada do Comando da Marinha era de R$ 16,595 bilhões, dos quais R$ 11,541 bilhões haviam sido pagos. Até aquela data, a dotação do Comando do Exército era de R$ 26,669 bilhões (R$ 20,173 bilhões pagos), e a do Comando da Aeronáutica era de R$ 14,282 bilhões (R$ 10,308 bilhões pagos).
 
A dotação dos órgãos centrais do Ministério da Defesa, até 28/11/2011, era de R$ 1,762 bilhão (R$ 0,673 bilhão pago), enquanto que as demais rubricas somadas totalizavam R$ 4,289 bilhões (R$ 2,053 bilhões pagos). Até aquela dada, o total atualizado da dotação autorizada do MD era de R$ 63,597 bilhões (R$ 44,748 bilhões pagos).
 
O Decreto nº 7.622, de 22/11/2011, liberou parte dos recursos contingenciados no inicio do ano, mas a situação orçamentária da Defesa é preocupante. De acordo com os dados acima, faltando 18 dias para o encerramento do exercício fiscal (previsto para 16/12/2011), o total desembolsado correspondia a apenas 70,4% da dotação autorizada.
 
Os limites de movimentação e empenho, assim como a incerteza quanto à liberação de recursos adicionais para enfrentar situações emergenciais (como catástrofes humanitárias ou ameaças à lei e à ordem), indicam certa tendência em adiar para o final dos exercícios anuais o início de novos programas de reequipamento militar.
 
No início de dezembro, aguardam decisão o futuro caça polivalente (Programa F-X2) da Força Aérea Brasileira e a construção dos 11 navios previstos no Programa de Obtenção de Meios de Superfície (PROSUPER) da Marinha do Brasil. Outros programas, inclusive o Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear (PROSUB) da Marinha, prosseguem dentro dos cronogramas.
 
O Projeto de Lei Orçamentária (PLO) para 2012, em tramitação no Congresso, dificilmente será aprovado até o encerramento dos trabalhos deste ano. Da previsão inicial de R$ 63,707 bilhões para o MD, apenas R$ 16,044 bilhões destinam-se a custeio e investimentos, estando os R$ 47,663 bilhões restantes comprometidos com despesas de pessoal e encargos financeiros.
 
Em 2012, as obrigações e os encargos devem corresponder a 89,1% do Orçamento da União, e as despesas discricionárias a apenas 10,9%. A Defesa deve ficar com apenas 7% do total previsto para o Executivo. O Plano Plurianual (PPA) para 2012-2015 destina ao setor um total de R$ 52,823 bilhões. Contudo, devido aos orçamentos não-impositivos, não há como garantir tais recursos.
 
No Brasil, a falta de continuidade dos investimentos em Defesa tem sido um problema. Os políticos confirmam que tais investimentos dependem da estabilidade e do crescimento da economia – podendo, portanto, ser inviabilizados por novo ciclo de “austeridade fiscal”, resultante do prolongamento da atual crise financeira internacional.
 
Apesar dos índices de crescimento modestos, o Brasil chegou à posição de 7ª ou 8ª economia mundial em 2010. Estima-se que, até o final da década, poderá estar entre os cinco países com maior Produto Interno Bruto (PIB). Nesse novo contexto, sua fraqueza militar – herança histórica de um país periférico – será um fator debilitante.
 
Ainda que suas pretensões com relação ao Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) não se concretizem, o Brasil está prestes a se tornar potência média mundial – com ampliação de sua capacidade de influência no sistema internacional. Não pode, portanto, permanecer na condição de “anão político-militar”.
 
O País será considerado rico quando for admitido na Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), não quando for membro permanente do Conselho de Segurança da ONU. Para isso, deve procurar ampliar todas as expressões do Poder Nacional – principalmente a econômica e a militar, que constituem o “hard power” (poder duro).
 
Para solucionar problemas sociais, educacionais ou de outra natureza, há necessidade de recursos – e tais recursos (inclusive os naturais) devem ser protegidos. A garantia das fronteiras e a proteção dos recursos naturais, localizados no território nacional e nas águas sob jurisdição brasileira, demandarão investimentos significativos.
 
A Amazônia e o Atlântico Sul são áreas vitais para a Defesa. Pressões adversas à segurança do País poderiam resultar do desmembramento de estados da Federação em áreas próximas às fronteiras (caso do Pará), ou de controvérsias sobre direitos relativos à exploração de recursos naturais na plataforma continental brasileira (reservas petrolíferas do “pré-sal”). 
 
O “efeito dominó” da derrubada (com apoio externo velado) de regimes autoritários no Oriente Médio pode levar a novas intervenções militares em países periféricos – inclusive na América Latina. O petróleo comprovadamente atrai atenção das grandes potências. Toda cautela é pouca, quando estão em jogo interesses que afetem a soberania.
 
O velho argumento do “país amante da paz” é tão falso quanto perigoso. Além de petróleo, o Brasil possui abundantes recursos (minérios estratégicos, biodiversidade ou água potável) que podem ser alvo de cobiça externa. Mesmo sem identificar prováveis inimigos ou ameaças, não deve descuidar de sua Defesa.
 
A fim de neutralizar ameaças à segurança do Brasil, é preciso manter possíveis conflitos armados (inclusive irregulares) à distância – procurando evitar que atinjam o território nacional. No século XX, os conflitos externos dos quais participaram as Forças Armadas brasileiras ocorreram no mar ou em outros continentes.
 
No Século XXI, nossas Forças Armadas devem ser capazes não só de defender o território, o espaço aéreo e o mar patrimonial, mas também de projetar poder e influência no exterior. O Brasil necessita de uma verdadeira Marinha oceânica, um Exército com capacidade expedicionária e uma Força Aérea com capacidade de pronta resposta a longas distâncias.
__________
 
(*) Pós-graduado em Relações Internacionais, professor no Centro de Produção da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (CEPUERJ) e colaborador permanente do Centro de Estudos Político-Estratégicos da Escola de Guerra Naval (CEPE/EGN).
 
(**) General-de-brigada engenheiro militar da reserva, pós-graduado pelo Instituto Militar de Engenharia (IME) e pela École Nationale Supérieure de l’Aeronautique et l’Espace (França) e diplomado pelo Curso de Política, Estratégia e Alta Administração do Exército (CPEAEx).

horizontal rule

COMISSÃO DA VERDADE

ECOS DE 1935

(por Maynard Marques de Santa Rosa)

“Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém” (Paulo, I Cor., X, 23).

Sendo o homem intrinsecamente livre para pensar e agir, o alerta do Apóstolo insere-se, perfeitamente, no contexto das idéias.

Ao admitir a violência revolucionária como postulado de sua filosofia, Marx condenou à execração ética todo o acervo de uma brilhante concepção.  

O argumento dos fins humanitários não justifica a tirania dos meios, por afrontar a lei universal da harmonia que deve reger as relações humanas.

Ninguém tem o direito de impor aos semelhantes as soluções de sua preferência, sobretudo quando ameaçam a liberdade individual e o patrimônio privado.

Ao longo da História, o Brasil tem sido vítima contumaz dos próprios filhos rebeldes, de mentes colonizadas por idéias estrangeiras, a serviço de uma metrópole geopolítica.

Patrocinados pelo expansionismo estalinista, os insurgentes de 1935 apunhalaram a alma nacional, nas vítimas adormecidas do 3º Regimento de Infantaria e da Escola de Aviação Militar.

Sufocada a intentona, sobreviveu a motivação subterrânea, voltando a emergir no início da década de 1960, sob os termos revisionistas do XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética.

Ao dividir-se o movimento, as facções fundamentalistas retomaram o uso da força no final da década, sob novo patrocinador estrangeiro, sendo contidos pela repressão governamental.

Quem adota a violência não pode eximir-se da reciprocidade. A sociedade nacional, de índole pacífica e ordeira, ainda não descobriu a vacina patriótica para o vírus da traição.

Acolhidos novamente pelo espírito conciliador da Nação, grupos ideológicos chegaram ao poder, aproveitando-se da via democrática que tanto buscaram destruir.  

A ética revolucionária, porém, não se satisfaz com a pacificação política. Desconhecendo o sentimento de perdão consagrado nas iniciativas de anistia desde 1822, acaba de ser instituído um mecanismo potencialmente revanchista, cinicamente destinado à busca da verdade.

Atualmente, os auspícios ideológicos de Gramsci justificam até mesmo a corrupção que grassa no cenário político, absolvendo a consciência laxa dos militantes no poder.  

Enquanto houver imprensa livre, no entanto, a verdade dos fatos voltará a aparecer, dissipando os miasmas de tirania.

A quem, licitamente, se deixa dominar por uma idéia, convém a reflexão de Goethe: “Ninguém é mais escravo do que aquele que se julga livre sem o ser”.

Pela demissão de toda a classe política !!!
 

A guerra contra o mau político está começando. Não subestimem o povo que começa a ter conhecimento do que nos têm acontecido, do porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos próprios filhos! Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer tudo o que for preciso, para mudar o rumo deste abuso.

Todos os ''governantes'' do Brasil, até aqui, falam em cortes de despesas - mas não dizem quais despesas - mas, querem o aumentos de impostos como se não fôssemos o campeão mundial em impostos.
Nenhum governante fala em:

1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, 14º e 15º salários etc.) dos poderes da República;

2. Redução do número de deputados da Câmara Federal, e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países sérios. Acabar com as mordomias na Câmara, Senado e Ministérios, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do povo;

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego;

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de reais/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.

5. Acabar com o nepotismo no Senado e com as Câmara Estaduais, que só servem aos seus membros e aos seus familiares.


6. Redução drástica das Câmaras Municipais e das Assembleias Estaduais, se não for possível acabar com elas.


7. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas atividades; Aliás, 2 partidos apenas como os EUA e outros países adiantados, seria mais que suficiente.

8. Acabar com a distribuição de aviões, caronas, carros, viagens de férias financiados por empresas a Presidentes, Assessores, políticos, etc.., das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;

9. Acabar com os motoristas particulares 24 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias, amigos e até, as ex-famílias...

10. reduzir a  renovação sistemática de frotas de carros de Estados e Municípios;

11. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc.;

12. Acabar com o vaivém semanal dos deputados e respectivas estadias em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes, substituindo-s por tele-conferências via internet

13 Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós que nunca estão no local de trabalho). HÁ QUADROS (diretores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE CONSULTORIAS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES....;

14. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir aos apadrinhados do poder - há hospitais de cidades com mais administradores que pessoal administrativo... pertencentes Às oligarquias locais do partido no poder...

15. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar;

16. Acabar com as várias aposentadorias por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo LEGISLATIVO.

17. Pedir o pagamento da devolução dos milhões dos empréstimos compulsórios confiscados dos contribuintes, e pagamento IMEDIATO DOS PRECATÓRIOS judiciais;

18. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os ladrões que fizeram fortunas e adquiriram patrimônios de forma indevida e à custa do contribuinte, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controle, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efetivamente dela precisam;

19. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efetivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida;

20. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.

21. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu patrimônio antes e depois.

22. Pôr os Bancos pagando impostos e, atendendo a todos nos horários do comércio e da indústria.

23. Proibir repasses de verbas e fechar todas e quaisquer ONGs que não apresentem resultados parciais. Criar setor somente para fiscalização de ONG´s.

24. Fazer uma devassa nas contas do MST e similares, e todos os partidos políticos.


25. REVER imediatamente a situação dos Aposentados Federais, Estaduais e Municipais, que precisam muito mais que estes que vivem às custas dos brasileiros trabalhadores e, dos Próprios Aposentados.


26. REVER as indenizações milionárias pagas indevidamente aos "perseguidos políticos" (guerrilheiros) e famílias dos militares mortos e vítimas de terrorismo.


27. AUDITORIA sobre o perdão de dívidas que o Brasil concedeu a outros países.


28. Acabar com as mordomias da aposentadoria de políticos, após um mandato, nós temos que trabalhar 35 anos e não temos direito a carro, combustível, segurança, etc.

29. Acabar com o direito do prisioneiro receber mais do que o salário mínimo por filho menor, e, se ele morrer, ainda fica esse beneficio para a família.  O prisioneiro deve trabalhar para receber algum benefício, e deveria indenizar a família que ele prejudicou.

30. Impedir que presos tenham contato com a população, seja via TV, familiares, mulheres e notícias exteriores à prisão. Criar a rede de TV Prisional para transmitir somente programas de reeducação e proficionalização aos presos. Desconectar o preso da sociedade em que vivia.

31. Criminalizar o Nepotismo, demitindo os “padrinhos políticos”, com a obrigatória devolução dos valores “GARFADOS” do Tesouro Nacional!...

32. Utilizar a consultoria de Oficiais da Reserva para fiscalização "in loco" de ONG´s, obras públicas e destinação de verbas para comunidades carentes.

       ''O QUE ME INCOMODA NÃO É O GRITO DOS MAUS, E SIM, O SILÊNCIO DOS BONS''  (Martin Luther King)

horizontal rule

... e pensar que NÓS riamos da cara dele!!

O grande parlamentar brasileiro TIRIRICA foi diplomado em 17.12.2010.

Salário: R$ 26.700,00

Ajuda Custo: R$ 35.053,00

Auxilio Moradia: R$ 3.000,00

Auxilio Gabinete: R$ 60.000,00

Despesa Médica pessoal e familiar: ILIMITADA E

INTERNACIONAL  (livre escolha de medicos e clinicas).

Telefone Celular: R$ ILIMITADO.

Ainda como bônus anual: R$ (+ 2 salários = 53.400,00)

Passagens e estadia: primeira classe ou executiva sempre

Reuniões no exterior: dois congressos ou equivalente todo ano.

Mensalão: A COMBINAR!!!

Custo médio mensal: R$ 250.000,00

Aposentadoria: total depois de 8 (oito) anos e com pagamento integral.
Fonte de custeio:
NOSSO BOLSO!!!

Dá para chamá-lo de palhaço?
Pense bem, quem é o palhaço!!

Nem é preciso dizer...........

 O BOPE: R$ 2.260,00 Para arriscar a vida;

Os Bombeiros: R$ 960,00 Para salvar vidas;

Os Professores: R$ 728,00 para preparar para a vida;

Médicos: R$ 1.260,00 para manter a vida;

É Você.

horizontal rule

"É difícil fazer o certo se isso contraria os nossos interesses"

 

Clique na foto ao lado e fique por dentro da nova revolução da educação mundial.

Para o pesquisador norte-americano, autor da "Teoria das Inteligências Múltiplas", no século 21 a ética vai valer mais que o conhecimento.

Editorial  em DVD e Vídeos:  Assista agora !!

Precisamos transformar o mundo

Fim do mundo segundo os japoneses 

Mantendo a bola cheia

Códigos da Inteligência - O Livro

Códigos da Inteligência A Apresentação

Códigos da Inteligência - A Palestra 

Motivação? Assista o vídeo, clicando aqui.

Bolsa Família

Hitler x Vestido curto x UNIBAN    (para relachar !!)

Nosso Povo Indígena 

Soldado na Selva

Veja como o exército suíço se organiza . Clique

 

Ministro da Fazenda afirma que o país já superou a pior fase da crise e mostra reação melhor do que a dos países desenvolvidos (13/07/09) Clique 

horizontal rule

Ex PRESIDENTES NA BBC de Londres

Assista a entrevista de FHC e Lula na BBC de Londres no programa Hard Talk e forme a sua própria opinião. Clique na seqüência abaixo: Assista, Imperdível !! 
bullet FHC, Bloco1 e  
bullet FHC, Bloco2.    
bullet Lula, Bloco1,     
bullet Lula, Bloco2, e  
bullet Lula, Bloco3.     

Suas aplicações Financeiras  (Clique ao lado para assistir)     ExameTV1   ExameTV2   ExameTV3  

 Concursos:    Visite o site da FAB   e          EEAR-Escola de Especialistas da Aeronáutica

horizontal rule

A CRISE DA ECONOMIA AMERICANA

Para quem quer entender...

Paul comprou um apartamento, no começo dos anos 90, por 300.000 dólares financiado em 30 anos. Em 2006 o apartamento do Paul passou a valer 1,1 milhão de dólares. Aí, um banco perguntou pro Paul se ele não queria uma grana emprestada, algo como 800.000 dólares, dando seu apartamento como garantia. Ele aceitou o empréstimo, fez uma nova hipoteca e pegou os 800.000 dólares.

Com os 800.000 dólares. Paul, vendo que imóveis não paravam de valorizar, comprou 3 casas em construção dando como entrada algo como 400.000 dólares.  A diferença, 400.000 dólares que Paul recebeu do banco, ele se comprometeu: comprou carro novo (alemão) pra ele, deu um carro (japonês) para cada filho e com o resto do dinheiro comprou TV de plasma de 63 polegadas, 43 notebooks, 1634 cuecas. Tudo financiado, tudo a crédito. A esposa do Paul, sentindo-se rica, sentou o dedo no cartão de crédito.

Em agosto de 2007 começaram a correr boatos que os preços dos imóveis estavam caindo. As casas que o Paul tinha dado entrada e estavam em construção caíram vertiginosamente de preço e não tinham mais liquidez...

O negócio era refinanciar a própria casa, usar o dinheiro para comprar outras casas e revender com lucro. Fácil... parecia fácil. Só que todo mundo teve a mesma idéia ao mesmo tempo. As taxas que o Paul pagava começaram a subir (as taxas eram pós fixadas) e o Paul percebeu que seu investimento em imóveis se transformara num desastre.

Milhões tiveram a mesma idéia do Paul. Tinha casa pra vender como nunca.

Paul foi agüentando as prestações da sua casa refinanciada, mais as das 3 casas que ele comprou como milhões de compatriotas, para revender, mais as prestações dos carros, as das cuecas, dos notebooks, da TV de plasma e do cartão de crédito.

Aí as casas que o Paul comprou para revender ficaram prontas e ele tinha que pagar uma grande parcela. Só que neste momento Paul achava que já teria revendido as 3 casas, mas, ou não havia compradores ou os que havia só pagariam um preço muito menor que o Paul havia pago. Paul se danou. Começou a não pagar aos bancos as hipotecas da casa que ele morava e das 3 casas que ele havia comprado como investimento. Os bancos ficaram sem receber de milhões de especuladores iguais a Paul.

Paul optou pela sobrevivência da família e tentou renegociar com os bancos que não quiseram acordo. Paul entregou aos bancos as 3 casas que comprou como investimento perdendo tudo que tinha investido. Paul quebrou. Ele e sua família pararam de consumir...

Milhões de Pauls deixaram de pagar aos bancos os empréstimos que haviam feito baseado nos preços dos imóveis. Os bancos haviam transformado os empréstimos de milhões de Pauls em títulos negociáveis. Esses títulos passaram a ser negociados com valor de face. Com a inadimplência dos Pauls esses títulos começaram a valer pó.

Bilhões e bilhões em títulos passaram a nada valer e esses títulos estavam disseminados por todo o mercado, principalmente nos bancos americanos, mas também em bancos europeus e asiáticos.

Os imóveis eram as garantias dos empréstimos, mas esses empréstimos foram feitos baseados num preço de mercado desse imóvel... Preço que despencou. Um empréstimo foi feito baseado num imóvel avaliado em 500.000 dólares e de repente passou a valer 300.000 dólares e mesmo pelos 300.000 não havia compradores.

Os preços dos imóveis eram uma bolha, um ciclo que não se sustentava, como os esquemas de pirâmide, especulação pura. A inadimplência dos milhões de Pauls atingiu fortemente os bancos americanos que perderam centenas de bilhões de dólares. A farra do crédito fácil um dia acaba. Acabou.

Com a inadimplência dos milhões de Pauls, os bancos pararam de emprestar por medo de não receber. Os Pauls pararam de consumir porque não tinham crédito. Mesmo quem não devia dinheiro não conseguia crédito nos bancos e quem tinha crédito não queria dinheiro emprestado.

O medo de perder o emprego fez a economia travar. Recessão é sentimento, é medo. Mesmo quem pode, para de consumir.

O FED começou a trabalhar de forma árdua, reduzindo fortemente as taxas de juros e as taxas de empréstimo interbancários. O FED também começou a injetar bilhões de dólares no mercado, provendo liquidez. O governo Bush lançou um plano de ajuda à economia sob forma de devolução de parte do imposto de renda pago, visando incrementar o consumo, porém essas ações levam meses para surtir efeitos práticos. Essas ações foram corretas e, até agora não é possível afirmar que os EUA estão tecnicamente em recessão.

O FED trabalhava. O mercado ficava atento e as famílias esperançosas. Até que na semana passada o impensável aconteceu. O pior pesadelo para uma economia aconteceu: a crise bancária, correntistas correndo para sacar suas economias, boataria geral, pânico. Um dos grandes bancos da América, o Bear Stearns, amanheceu, na segunda feira última, quebrado, insolvente.

No domingo o FED, de forma inédita, fez um empréstimo ao Bear, apoiado pelo JP Morgan Chase, para que o banco não quebrasse. Depois disso o Bear foi vendido para o JP Morgan por 2 dólares por ação. Há um ano elas valiam 160 dólares. Durante esta semana dezenas de boatos voltaram a acontecer sobre quebra de bancos. A bola da vez seria o Lehman Brothers, um bancão. O mercado e as pessoas seguem sem saber o que nos espera na próxima segunda-feira.

O que começou com o Paul hoje afeta o mundo inteiro. A coisa pode estar apenas começando. Só o tempo dirá.

Castilho
Finabank CCTVM
tel. 40834546
Castilho@finabank.com.br
www.finabank.com.br

horizontal rule

Dilma defende continuidade da política econômica do governo Lula

 | 22.02.2010 | 09h12

http://ads.abril.com.br/RealMedia/ads/adstream_lx.ads/pexame/economia/546395655/Bottom/OasDefault/default/empty.gif/62643662336237333462366636613630exame/ economia

BRASÍLIA (Reuters) - Em um sinal claro ao mercado, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, assegurou neste sábado em seu primeiro discurso como pré-candidata do PT à Presidência da República que manterá a estabilidade e as políticas macroeconômicas.

Dilma foi aclamada pré-candidata à sucessão presidencial no congresso nacional do partido, onde defendeu também o crescimento com distribuição de renda e a ampliação dos programas sociais do governo Luiz Inácio Lula da Silva com o objetivo de "erradicar a miséria" do país.

"Todas as nossas ações de governo têm, sem sombra de dúvida, uma premissa: a preservação da estabilidade macroeconômica", afirmou Dilma em seu discurso.

A ministra também incorporou ao seu discurso uma bandeira que em campanhas eleitorais anteriores eram um mantra do PSDB, que agora é acusado pelos petistas de ser uma ameaça à economia. Ironicamente, antes os papeis eram opostos.

"Vamos manter o equilíbrio fiscal, o controle da inflação e a política de câmbio flutuante", destacou a ministra, que deixará o governo no limite do prazo para a desencompatibilização do Executivo, no início de abril.

Dilma também prometeu reforçar a fiscalização da execução orçamentária e realizar novas reformas estruturais.

"Vamos concretizar, junto com o Congresso, as reformas institucionais que não puderam ser completadas ou foram apenas parcialmente implantadas, como a reforma política e a tributária", disse.

Para Dilma, o governo Lula obteve sucessos porque não sucumbiu "aos modismos ideológicos", persistindo em suas convicções e construindo "alternativas concretas e realistas".

Ela enumerou os "novos caminhos" criados pelo governo, como o crescimento com distribuição de renda, que deu ao Brasil um maior mercado consumidor doméstico e protegeu o país dos efeitos da crise financeira global.

"A história recente mostrou que estávamos certos", sentenciou.

"ALICERCE EXTRAORDINÁRIO"
Entre as políticas positivas adotadas pelo governo, Dilma citou ainda o equilíbrio macroeconômico, a redução da vulnerabilidade externa e das desigualdades regionais, além da reorganização do Estado e a recomposição de sua capacidade de planejar e executar ações essenciais à sociedade.

"Como todos podem ver, temos um extraordinário alicerce e uma herança bendita sobre a qual construir o terceiro governo democrático e popular", sublinhou.

Responsável pela gestão da primeira e segunda edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e pelo programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, a ministra destacou a importância da continuidade dessas ações para melhorar os sistemas de transporte, educação, saneamento e saúde.

Ela voltou também a reafirmar a meta de não importar os equipamentos que serão usados para a exploração do petróleo da camada pré-sal e focar a produção de derivados de maior valor agregado da commodity.

"Tudo que puder ser produzido no Brasil deve ser --e será-- produzido no Brasil", frisou.

Após o discurso, o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo, aproveitou para alfinetar a oposição.

"Isso abre um debate diferente dos pontos que foram colocados pelo PSDB, que diz que vai mudar a inflação, o superávit, o câmbio. Nós temos que saber o que é que eles vão mudar. Da nossa parte, como nós já dissemos que vamos manter, o povo brasileiro já sabe o que esperar", disse o ministro a jornalistas.

http://portalexame.abril.com.br/v2009/img/reuters.jpg

 

horizontal rule

Lula lança pacote de bondades que tem tudo para irrigar a campanha de Dilma


Flávia Foreque - Estado de Minas

Publicação: 30/12/2009 14:22 Atualização: 30/12/2009 15:10

No ano em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tentará eleger sua sucessora, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, uma série de benefícios do governo entrará em vigor. Além de ações já praticadas neste ano e prorrogadas até 2010, como as medidas de incentivo fiscal no combate à crise econômica, novos benefícios entram em cena a partir da semana que vem. É o caso do reajuste do seguro-desemprego de quase 10%. O benefício, concedido a trabalhadores demitidos sem justa causa, pode atingir 6,2 milhões de trabalhadores, estima o Ministério do Trabalho. Só essa medida provocará impacto de R$1,58 bilhão nos cofres públicos.

A mudança do valor segue outro reajuste concedido há uma semana: o do salário mínimo. A partir de janeiro, o valor passa a R$ 510, acima do previsto no texto do projeto original do orçamento de 2010 (R$ 507). O valor representa aumento real de 6%. O líder do PT na Câmara, Cândido Vaccarezza, argumenta que a política do mínimo é praticada há sete anos. O governo se vangloria de ter elevado o piso a US$ 300.

No mesmo dia, o presidente assinou medida provisória que concede 6,14% de reajuste às aposentadorias acima do salário mínimo. A mudança entra em vigor em janeiro e foi resultado de longa negociação entre governo e aposentados, defensores de projeto de lei do senador Paulo Paim (PT-RS) que atrelava o reajuste das aposentadorias ao do mínimo. A proposta, argumentou o governo, poderia provocar um rombo nas contas da Previdência Social.

  Para o líder do Democratas no Senado, José Agripino (RN), a decisão do governo de conceder o benefício no final do mandato é prova do caráter eleitoreiro da medida. “Os aposentados, pela voz de um senador petista, passaram o governo inteiro reclamando. No último momento, esse benefício vai ser pago pelo presidente, só por um ano, e o resto da conta vai ficar com os próximos governos”, critica Agripino.

O senador também condena a intenção do governo de enviar ao Congresso um projeto para a Consolidação das Leis Sociais, nos moldes da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O argumento do governo é de que a medida vai impedir mudanças futuras em programas de assistência à população mais pobre, como o Bolsa Família. Esse é um debate eleitoreiro, uma demonstração do interesse de discutir aquilo que foi feito e que vai ser continuado por qualquer governo, afirma Agripino.

Maior programa social do governo Lula, o Bolsa Família vai beneficiar, em 2010, mais 500 mil famílias em todo o país, chegando a 12,9 milhões de domicílios assistidos. O ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, afirmou que o programa pode ser estendido aos moradores de rua. O governo considerou também auxiliar os beneficiários do programa na compra do butijão de gás. Segundo estudo do Ministérios de Minas e Energia, o desconto de 25% no preço do produto teria um custo de R$ 1 bilhão. O Tesouro não apoiou a medida.

Há três meses, o governo reajustou em 10% o benefício do Bolsa Família. O valor médio passou de R$86 para R$ 95. A oposição afirma que o reajuste é mais uma forma de fortalecer a área social no discurso de campanha da candidata do PT. “O Bolsa Família é um programa que insere pessoas no mercado de consumo, o que é bom para a economia. Antes do presidente Lula, a única coisa que o Brasil fazia para pagar suas contas era vender as estatais. Vamos entregar o país, se Deus quiser, para a ministra Dilma Rousseff em 2011, em uma situação confortável”, rebate o líder do PT na Câmara.

Em 2010, o Executivo pretende ainda aprovar no Congresso a proposta que cria o vale cultura. A proposta prevê benefício de R$ 50, destinado a eventos e bens culturais, para trabalhadores que ganhem até 5 salários mínimos. As empresas que aderirem ao vale cultura terão isenção fiscal, diz o texto.

REAJUSTE DO SEGURO-DESEMPREGO
• Benefício concedido a cerca de 6,2 milhões de trabalhadores
• Impacto de R$1,58 bilhão nos cofres públicos

REAJUSTE DO SALÁRIO MÍNIMO
• 46,1 milhões de pessoas têm rendimento cuja referência é o mínimo
• Impacto de R$4,6 bilhões na Previdência Social

AUMENTO PARA APOSENTADOS
• 8,3 milhões de aposentados e pensionistas ganham acima do salário mínimo
• Impacto de 14 bilhões na Previdência Social

AMPLIAÇÃO DA BOLSA FAMÍLIA
• R$13,1 bilhões para o maior programa social do governo Lula em 2010
• 12,9 milhões de domicílios atendidos no próximo ano
• Governo estudou ajuda de custo para os beneficiários na compra de butijão de gás, mas ao custo de R$1 bilhão, a medida não recebeu o apoio do Tesouro

VALE CULTURA
• Ainda em tramitação no Congresso, o projeto do governo prevê R$50 para trabalhadores que ganham até 5 salários mínimos, para gastos com eventos e bens culturais
• Benefício direto a 12 milhões de brasileiros, segundo estimativa do Ministério da Cultura

* Colaborou Daniela Lima

Howard Gardner:

 

"É difícil fazer o certo se isso contraria os nossos interesses"

Para o pesquisador norte-americano, autor da "Teoria das Inteligências Múltiplas", no século 21 a ética vai valer mais que o conhecimento.   Luciana Zenti (novaescola@atleitor.com.br), de Curitiba, PR

"O planeta não vai ser salvo por quem tira notas altas nas provas, mas por aqueles que se importam com ele."  (Howard Gardner)

bullet Ritmo de aprendizado
bullet Howard Gardner - O cientista das inteligências múltiplas

Howard Gardner, que se dedica a estudar a forma como o pensamento se organiza, balançou as bases da Educação ao defender, em 1984, que a inteligência não pode ser medida só pelo raciocínio lógico-matemático, geralmente o mais valorizado na escola. Segundo o psicólogo norte-americano, havia outros tipos de inteligência: musical, espacial, lingüística, interpessoal, intrapessoal, corporal, naturalista e existencial. A Teoria das Inteligências Múltiplas atraiu a atenção dos professores, o que fez com que ele se aproximasse mais do mundo educacional.

 Hoje, Gardner tem um novo foco de pensamento, organizado no que chama de CINCO MENTES para o futuro, em que a ética se destaca.         "Não basta ao homem ser inteligente. Mais do que tudo, é preciso ter caráter", diz, citando o filósofo norte-americano Ralph Waldo Emerson (1803-1882). E emenda: "O planeta não vai ser salvo por quem tira notas altas nas provas, mas por aqueles que se importam com ele".

Além de lecionar na Universidade de Harvard e na Boston School of Medicine, ele integra o grupo de pesquisa Good Work Project, que defende o comportamento ético. Esse trabalho e o impacto de suas ideias na Educação são temas desta entrevista concedida à NOVA ESCOLA em Curitiba, onde esteve em agosto, ministrando palestras para promover o livro Multiple Intelligences Around the World (Inteligências Múltiplas ao Redor do Mundo) ainda não editado no Brasil.

A ENTREVISTA:

A Teoria das Inteligências Múltiplas causou grande impacto na Educação. Após 25 anos, o que mudou?
__HOWARD GARDNER:       
Durante centenas de anos, os psicólogos seguiam uma teoria: se você é inteligente, é assim para tudo. Se é mediano, se comporta dessa maneira todo o tempo. E, se você é burro, é burro sempre. Dizia-se que a inteligência era determinada pela genética e que era possível indicar quão inteligente é uma pessoa submetendo-a a testes. Minha teoria vai na contramão disso. Se você me pergunta se minhas idéias tiveram impacto significativo, eu digo que não. Não há escolas e cursos Gardner, mas pessoas que ouvem falar dessas coisas e tentam usá-las.

As escolas têm dificuldade em acompanhar mudanças como essa?
__GARDNER      As instituições de ensino mudam lentamente e estão preparando jovens para os séculos 19 e 20. Além disso, os docentes lecionam do modo como foram ensinados. Mesmo que sejam expostos a novos conhecimentos, é preciso que eles queiram aprender a usá-los. Se isso não ocorre, nada muda.

Como sua teoria pode ser incorporada às propostas pedagógicas?
__GARDNER      No livro Multiple Intelligences Around the World, lançado este ano, diversos autores descrevem como implementaram minhas ideias. Enfatizo duas delas: a primeira é a individualização. Os educadores devem conhecer ao máximo cada um de seus alunos e, assim, ensiná-los da maneira que eles melhor poderão aprender. A segunda é a pluralização. Isso significa que é necessário ensinar o que é importante de várias maneiras - histórias, debates, jogos, filmes, diagramas ou exercícios práticos.

Como fazer a individualização do ensino numa sala com 40 estudantes?
__GARDNER      Realmente é mais fácil individualizar o ensino numa sala com dez crianças e em instituições ricas. Mas, mesmo sem essas condições ideais, é possível: basta organizar grupos formados por aqueles que têm habilidades complementares e ensinar de modos diferentes. Se o professor entende a teoria, consegue lançar mão de outras formas de trabalhar - como explorar o que há no entorno da escola. Se ele acredita que só com equipamentos caros vai conseguir bons resultados em sala de aula, não entendeu a essência do pensamento.

A lista de conteúdos está cada vez maior. Como dar conta do programa e ainda variar a metodologia?
__GARDNER      É um erro enorme acreditar que por termos mais a aprender, necessitamos ensinar mais. A questão central é que várias coisas que antes tinham de ser memorizadas agora estão facilmente disponíveis para pesquisa. Colocar uma quantidade cada vez maior de informação na cabeça da garotada é um desastre. Infelizmente, essa é uma prática comum em diversos cantos do mundo. Depois de viajar muito, posso afirmar que o interesse de diversos ministros da Educação é apenas fazer com que seu país se saia bem nos testes internacionais de avaliação. E isso é ridículo.

Qual a sua avaliação sobre a Educação brasileira?
__GARDNER      Acredito que, se o Brasil quer ser uma força importante no século 21, tem de buscar uma forma de educar que tenha mais a ver com seu povo, e não apenas imitar experiências de fora, como as dos Estados Unidos e da Europa. O país precisa se olhar no espelho, em vez de ficar olhando a bússola.

Sua teoria inclui um um método adequado de avaliá-la?
__GARDNER      Gastamos bilhões de dólares desenvolvendo testes para medir o nível em que está a Educação, mas eles, por si só, não ajudam a aprimorá-la - simplesmente nos dizem quem está melhor ou pior. Para saber isso, basta olhar para as notas. A diferença dos testes de inteligências múltiplas é que é necessário aplicá-los somente naqueles que têm dificuldades. Assim, podemos verificar as formas de ensinar mais adequadas a eles, ajudando todos - e a Educação, de fato.

Os testes de QI sofreram muitas críticas de sua parte. Por quê?
__GARDNER      A maior parte dos testes mede a inteligência lógica e de linguagem. Quem é bom nas duas é bom aluno. Enquanto estiver na escola, pensará que é inteligente. Porém, se decidir dar um passeio pela cidade, rapidamente descobrirá que outras habilidades fazem falta, como a espacial e a intrapessoal - a capacidade que cada um tem de conhecer a si mesmo, fundamental hoje.

De que forma essa habilidade pode ser determinante para o sucesso?
__GARDNER       Ela não era importante no passado porque apenas repetíamos o comportamento dos nossos pais. Agora, todos necessitamos tomar decisões sobre onde morar, que carreira seguir e se é hora de casar e de ter uma família. E quem não tem um entendimento de si mesmo comete um erro atrás do outro.

Qual o desafio do mundo para os próximos anos em relação à Educação?
__GARDNER      Estamos vivendo três poderosas revoluções. Uma delas é a globalização. As pessoas trabalham em empresas multinacionais e mudam de país, o que é bem diferente de quando as populações não tinham contato umas com as outras. A segunda revolução é a biológica. Todos os dias, o conhecimento científico se aprimora e isso afeta a maneira de ensinar e de aprender.

O cérebro das crianças poderá ser fotografado no momento em que estiver funcionando, permitindo detectar onde estão os pontos fortes e os fracos e a melhor forma de aprender. A terceira revolução é a digital, que envolve realidade virtual, programas de mensagens instantâneas e redes sociais. Tudo isso vai interferir na forma de pensar a Educação no futuro.

O livro “Cinco Mentes para o Futuro”  aborda as características essenciais a ser desenvolvidas pelos humanos. Como isso se relaciona com as inteligências múltiplas?
__GARDNER As cinco mentes não estão conectadas com as inteligências e são possibilidades que devemos nutrir. A primeira é a
mente disciplinada - se queremos ser bons em algo, temos de nos esforçar todos os dias. Isso costuma ser difícil para os JOVENS, que mudam rapidamente de uma tarefa para outra. Essa mente pressupõe ainda a necessidade de compreender as formas de raciocínio que desenvolvemos: histórica, matemática, artística e científica. O problema é que muitas escolas ensinam somente fatos e informações.

Como lidar com o excesso de informações a que temos acesso hoje?
GARDNER               Essa capacidade é dominada por um segundo tipo de mente, a
sintetizadora. Ela nos aponta EM QUE prestar atenção e COMO os dados podem ser combinados. É preciso ter CRITÉRIO para fazer julgamentos e saber como comunicar-se de forma sintética. Para os educadores, era mais fácil sintetizar quando usavam-se apenas um ou dois livros.

Qual é o terceiro tipo de mente?
__GARDNER           A
criativa. Ela levanta novas questões, cria soluções e é inovadora. Pessoas desse tipo gostam de se ARRISCAR e não se importam de errar e tentar de novo. Essa é a mente que pensa fora da caixa. Mas você só consegue isso quando tem uma caixa: disciplina e síntese. Por isso, o conselho que dou é DOMINAR A DISCIPLINA NA JUVENTUDE para ter mais tempo de ser criativo.

O livro aponta também habilidades associadas a virtudes morais.
__GARDNER           Uma delas envolve o respeito - e é mais fácil explicar a mente
respeitosa do que alcançá-la. Ela começa com o reconhecimento de que cada ser humano é ÚNICO e, por isso, tem crenças e valores diferentes. A questão é o que fazemos com essa conclusão. Nós podemos matar e discriminar os diferentes ou tentar entendê-los e cooperar com eles. Desde que nascem, os humanos percebem se vivem em um ambiente respeitoso. Observam como os pais se relacionam e tratam os filhos, como os mestres interagem com os colegas e com os estudantes e assim por diante. O respeito está na SUPERFÍCIE .

Essa última habilidade se relaciona à ética, certo?
__GARDNER           Sim. No que se refere à
ética, é necessário imaginar-se com múltiplos papéis: ser humano, profissional e cidadão do mundo. O que fazemos não afeta uma rua, mas o planeta. Temos de pensar nos nossos direitos, mas também nas responsabilidades. O mais difícil com relação à ética é FAZER A COISA CERTA mesmo quando essa atitude não atende aos nossos interesses. Ao resumir esses dois últimos tipos de mente, eu diria que pessoas que têm atitudes éticas merecem respeito. O problema é que muitas vezes respeitamos alguém SÓ pelo dinheiro ou pela fama. O mundo certamente seria melhor se dirigíssemos nosso respeito às pessoas extremamente éticas.

O ideal é que as cinco mentes sejam desenvolvidas?
__GARDNER           Sim. No entanto, elas não se adaptam umas às outras de forma fácil. Sempre haverá TENSÃO entre a disciplina e a criatividade e entre o respeito e a ética. Cabe a você respeitar colegas e superiores, mas, se eles fizerem algo errado, como agir? Ignorar o fato ou confrontá-los? Saber conciliar os diferentes tipos de mente é um desafio para a inteligência intrapessoal. Só você pode se entender e achar seu caminho.

Um dos focos de sua atuação, o projeto
Good Work, prevê a formação de bons trabalhadores. Como eles podem ser identificados?
__GARDNER           Eles possuem excelência técnica, são altamente disciplinados, engajados e envolvidos e gostam do que fazem. Além disso, também são éticos. Estão sempre se questionando sobre que atitudes tomar, levando em conta a moral e a responsabilidade e não o que interessa para o bolso deles. O bom cidadão se envolve nas decisões, participa, conhece as regras e as leis: isso é excelência. Por último, não tenta se beneficiar à custa disso. Há pessoas bem informadas que só promovem o próprio interesse. O bom cidadão não pergunta o que é bom para ele, mas para o país.

Leila de Carvalho Mendes
Professora de Língua Portuguesa
Psicopedagoga
Mestre em Educação
(Prima do 2°Ten R/2 Euler, VP Plan. Estrat. Aor-eb/BH)

horizontal rule

Medalha de ouro em grosseria!

Robin Williams detona o Brasil na TV americana (clique para ver)

 A coisa rolou faz uma semana, mas só agora a história começou a circular pela internet em função da exibição do programa nesta segunda pelo canal por assinatura GNT. Uma brincadeira de gosto duvidoso deixou muitos brasileiros chateados com o comediante americano Robin Williams, de Bom Dia Vietnã e da franquia Uma noite no museu. Ele, famoso pelas bobagens e grosserias que costuma soltar nos talk shows, chutou o pau da barraca durante o programa de David Letterman no dia 23/11.

 Já entrou em cena sacaneando o apresentador do programa, chamando-o de "próxima Oprah", uma referência a Oprah Winfrey, dona de um dos programas de auditório de maior audiência da TV estadunidense. Na verdade, Letterman pega bastante no pé da apresentadora não é de hoje. Numa das referências a Oprah, o ator lembrou-se que ela e a primeira-dama Michelle Obama foram "madrinhas" de Chicago na campanha para aos Jogos Olímpicos de 2016.  Nesse momento, Williams mexeu com o brio dos brasileiros dizendo que enquanto a cidade americana enviou Oprah e Michelle para defender a candidatura em Copenhagem, na Dinamarca, o Brasil - que venceu a parada - "mandou 50 strippers e meio-quilo de pó".

 A piada está rendendo muita polêmica online  na programação de TV aberta brasileira. Williams, realmente, sempre pega pesado nas brincadeiras. Muitos acham que ele não deve ser levado a sério. Mas é grande o número de internautas daqui que estão batendo pesado no ator. Os mais exaltados recordam que Williams já teve problemas com consumo de cocaína e acham que ele não deveria fazer piada sobre o tema. O humor cáustico dos americanos costuma brincar com o estereótipo marginal e erotizado do Brasil. Não podemos esquecer da baguça que os Simpsons fizeram há alguns anos num episódio ambientado em nosso país. Eles fizeram piadas sobre sequestros e mostraram um Brasil infestado de ratos e macacos. O governo FHC na época protestou. 

 Pessoalmente, me parece que nós, brasileiros, sabemos que há exageros nessa tiração de sarro, mas também reconhecemos ali uma verdade dolorida... e que, talvez, ouvir isso de um estrangeiro... faça doer ainda mais...

horizontal rule

VOTO, UMA DECISÃO GERENCIAL

Artigo publicado no jornal Estado de Minas de 29.10.2009 Quinta Feira – Coluna OPINIÃO – Pag 7

  Por: Geraldo Magela Ivo

  Administrador de Empresas, Empresário e Oficial R2 de Infantaria  do Exército

        Uma importante revista inglesa, em recente edição, fez uma análise detalhada do Senado brasileiro, em especial a crise moral em que está inserido e o chamou de ‘Casa dos Horrores”.

Isto posto, precisamos mesmo aprofundar nossas análises e fazer o acompanhamento das ações dos políticos.

Também é necessário tomar decisões, pois, este estado de malversação do dinheiro público (nosso)  e outras nefastas ações políticas tem que acabar. Assim, compatriotas, se existe Assembléia, Câmara e Senado, é porque nós votamos, e o voto é uma decisão gerencial, que tem seus reflexos estratégicos, gerenciais e operacionais no nosso dia a dia.

Afirmou a revista: “que a saga dos atos secretos lembra aos brasileiros que seus políticos nunca põem austeridade em si mesmos”.

Ora, austeridade, honestidade, humildade, honradez, visão empreendedora, educação formal, profissionalismo, saúde, nacionalismo, patriotismo,  são adjetivos que configuram como obrigatórios  e inerentes àqueles que pleiteiam o nosso voto. Não podemos eleger candidato, (ou mesmo recusar-se a votar sob a justificativa inútil de austeridade e indignação, abandonando o nosso futuro nas mãos de aventureiros inconseqüentes) ou  ainda reeleger  político,  que a Polícia está no seu encalço ou já o encontrou e o Ministério Público (MP) já ajuizou as devidas ações. Precisamos substituir a maioria(uns 60 a 70%) dos atuais  políticos, renovar as Câmaras, as Assembléias e o Senado,  chega   de   manter “sempre os mesmos”. Devemos lembrar que ao votar, estamos legalmente e democraticamente passando uma procuração com plenos poderes para que o político possa agir em nosso nome.

Porém, não é ainda hábito de praticamente todos nós, adotarmos uma postura gerencial, ou seja, delegamos mas não cobramos, autorizamos mas não verificamos, observamos  que o eleito está errando, mas não o corrigimos. Observamos e vemos na pratica,  seja no  Senado, na  Câmara Federal, nas dezenas de assembléias estaduais e nas milhares de Câmaras Municipais espalhadas pelo Brasil  a constante  falta de austeridade na gestão. Somente  no Senado, foram detectados 191 cargos de diretores e mais de 10  mil) funcionários, a um custo de mais de 6,2 bilhões de reais por  ano.

Empresa nacional / multinacional / transnacional, ou seja, aquela que opera em escala mundial, com  20 ou mais diretores e de 5 mil   a 100 mil funcionários, todos produtivos e gerando receitas e impostos,  consegue ser dirigida com rigor e austeridade, e um Senado com 81 senadores precisa de milhares de funcionários para ser operacionalizado, contrariando assim os princípios da administração como ciência.

O orçamento do Senado, permite jogar fora milhões de reais, pois, esta fábula de dinheiro poderia  ser transferida para saúde, educação, segurança e  transporte. Deveria também servir para pagar a dívida política e social da nação com seus aposentados, em especial os da iniciativa privada, jogados na sarjeta pelas suas ínfimas aposentadorias que não estão dando nem para a sobrevivência, com franco descumprimento dos ditames da Constituição. Outro ponto que a sociedade brasileira tem que questionar e decidir é sobre a real necessidade deste Senado, sendo que tecnicamente, em alguns países, não existe o Senado,  só existe a Câmara. Finalizando, vote com consciência, sem paixão, vote com a frieza e o raciocínio matemático da relação custo / beneficio para a sociedade. Evite a formação de bancadas sectárias ou provincianas, voltadas exclusivamente para poucos indivíduos, grupos, facções e oligarquias.

(O texto entre parêntesis em cor vermelho é uma colaboração de Euler de Abreu Domingues, engenheiro, empresário e Oficial R2 do Exército Brasileiro).

horizontal rule

A AMAZÔNIA, Resposta  do Ministro da Educação  

CRISTOVAM BUARQUE


Durante um debate numa universidade dos Estados Unidos, o ex-governador do DF e à época ministro da Educação CRISTOVAM BUARQUE, foi questionado sobre o que pensava da Internacionalização da Amazônia.

Um jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro.

Esta foi a resposta do Sr. Cristovam Buarque:

"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.
Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.
Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro...
O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso Futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço.
Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.
Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França.
Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país.
Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser Internacionalizada.
Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris,Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola.
Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deveriam viver.
Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.
Mas, enquanto o mundo me tratar como Brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa.
Só nossa".
 

horizontal rule

TERRAS INDÍGENAS

CONSELHO NACIONAL DE OFICIAIS R/2 DO BRASIL

 

NOTA OFICIAL

 

O Conselho Nacional de Oficiais R/2 do Brasil, criado em 22 de abril de 1997, representando suas quatorze entidades regionais, diante da gravidade das situações geradas pelo episódio da demarcação de terras indígenas em Roraima, RESOLVE expedir a seguinte Nota Oficial:

 

        1 -  REAFIRMAMOS que  o território brasileiro é indivisível e intocável e nos declaramos prontos a atuar, se necessário e em qualquer cenário, juntamente com nossos representados, sempre que convocados para manter a nossa unidade política, fazer respeitar o princípio da soberania nacional e garantir os poderes constitucionais, a lei e a ordem.

 

        2 - REITERAMOS, porque oportunos, os termos da “Declaração da Amazônia Brasileira”, emanada do VI Encontro Nacional de Oficiais da Reserva do Exército – VI ENOREX, realizado em 16 de Outubro de 2004, na cidade de Manaus.

 

       3 - REPUDIAMOS, energicamente, qualquer tentativa, explícita ou velada, de impedir, limitar ou dificultar o acesso de cidadãos brasileiros, no pleno exercício de seus direitos constitucionais, a qualquer região do solo pátrio, em especial às nossas Forças Armadas.

 

      4  -  REPELIMOS, veementemente, qualquer interpretação da chamada Declaração da ONU Sobre os Direitos dos Povos Indígenas, de 13 de setembro de 2007, que viole a soberania do Estado Brasileiro sobre a totalidade de seu território e de suas riquezas, bem como restrinja, a qualquer título e sob  pretexto algum, a atuação das Forças Armadas do Brasil no cumprimento de suas missões constitucionais. 

 

      5 - REGISTRAMOS, enfaticamente, nossa concordância e integral apoio às manifestações e posicionamentos do Exmo. Sr. General-de-Exército Augusto Heleno Ribeiro Pereira, Comandante Militar da Amazônia, no que se refere à manutenção da soberania nacional, em toda a sua plenitude, nas chamadas terras indígenas, como de resto em toda a Amazônia Brasileira.

 

            6  -  LOUVAMOS, gratificados, a coragem cívica, o destemor pessoal, a grandeza de propósitos e a reconhecida competência profissional do ilustre General Heleno, cuja estirpe caracteriza os mais dignos herdeiros de Caxias.

 

      7  -  ASSINALAMOS, pesarosos, que a sociedade brasileira padece em meio a uma crise onde o civismo, a moral, a ética e os bons costumes estão sendo suplantados pela febre do sucesso rápido, do ganho fácil, da vitória e do poder a qualquer preço.

 

     8  -  PROCLAMAMOS, finalmente,  que nós, da Reserva Atenta e Forte, estamos organizados e atuando intensamente para manter, preservar e difundir os princípios, valores e atributos assimilados durante a nossa permanência na ativa do Exército Brasileiro. A liberdade e a democracia se mantêm através de um permanente estado de vigilância. Não podemos esquecer que a desordem institucional e a omissão dos homens de bem é que conduzem os incompetentes e os tiranos ao poder.

 

Rio de Janeiro, 18 de abril de 2008,

 

Sérgio Pinto Monteiro - 2º Ten R/2 Art - Tu 1961

Presidente do Conselho Nacional de Oficiais R/2 do Brasil

 

 

ENTIDADES FILIADAS AO CNOR

 

 

Associação dos Oficiais da Reserva da Amazônia – AM

Associação Brasileira de Oficiais da Reserva do Exército – ABORE – SP

Associação dos Ex-Alunos do CPOR/RJ

Associação dos Oficiais da Reserva do Exército – BH – MG

Associação dos Ex-Alunos e Amigos do CPOR/PA

Associação dos Ex-alunos do CPOR/R

Associação dos Oficiais da Reserva do Estado da Bahia

Associação dos Oficiais da Reserva do Exército de Brasília – DF

Associação Mato-Grossense de Oficiais da Reserva – MT

Associação do Ex-Alunos do NPOR de Natal – RN

Associação dos Ex-Alunos do NPOR de Petrópolis – RJ

Associação dos Oficiais da Reserva de Ponta Grossa – PR

Associação Paraibana de Oficiais da Reserva – PB

Associação dos Ex-Alunos do NPOR de Pelotas – RS

Associação Juizdeforana de Oficiais da Reserva – MG (em fase de filiação)

horizontal rule


Consolidada - 09/04/2008  18h26

Jobim começa negociação para conselho regional de defesa

 O ministro da Defesa, Nelson Jobim, informou nesta quarta-feira que iniciará na próxima semana uma série de visitas aos países da América do Sul para fazer contatos destinados a instituir um conselho sul-americano de defesa. "O objetivo é formular, no médio ou talvez no longo prazo, uma identidade sul-americana na defesa, para que o continente seja forte", destacou durante audiência pública na Comissão de Relações Exteriores.

Esse conselho, explicou Jobim, viabilizaria ações como a realização de exercícios militares conjuntos, a participação coletiva em ações da Organização das Nações Unidas (ONU) e uma eventual integração das bases industriais de defesa.

Questionado pelo deputado Raul Jungmann (PPS-PE), autor do requerimento para a realização da audiência, Nelson Jobim classificou a proposta de criação do conselho como uma aliança "heterodoxa", que não pode ser comparada com alianças "clássicas", como a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), criada em 1949 no contexto da Guerra Fria. "Não há, neste caso, a figura de um inimigo comum", destacou o ministro.

Aparelhamento das Forças
Durante a audiência, Jobim afirmou ainda que o reaparelhamento das Forças Armadas é um dos principais projetos da sua pasta, mas deverá ser discutido conforme critérios relativos às tarefas que serão desenvolvidas pelas Forças Armadas. "Os equipamentos devem ser instrumentos para a realização de tarefas, não devem antecipá-las", definiu. "Nessa fórmula, você coloca o equipamento como conseqüência da modelagem que fixarmos no debate."

Para o ministro, o fato de o Brasil participar de duas das três "vertentes" na América do Sul - a Amazônica e a Platina (a outra é a Andina) - deve ser levado em consideração na escolha do armamento, assim como a realidade geográfica. "Não podemos colocar blindados na Amazônia, porque eles afundam", disse.

Reajustes
Em relação ao reajuste dos militares, o ministro da Defesa informou que se reunirá na próxima quarta-feira (16) com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, para discutir o assunto. Segundo ele, um complicador na negociação é o fato de as Forças Armadas terem 2/3 de seus componentes na ativa, enquanto 2/3 das despesas são relacionados ao pagamento de inativos (aposentados e pensionistas). "Isso ocorre porque a pessoa se aposenta em uma faixa maior de renda", concluiu.

horizontal rule

   Consolidada - 09/04/2008  18h32

Serviço militar pode mudar, diz ministro

 O ministro extraordinário de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, admitiu nesta quarta-feira que há estudos no governo para alterar os critérios do serviço militar obrigatório no País. Não está em discussão o fim de sua obrigatoriedade, uma vez que haveria consenso entre civis e militares que, "em um país desigual como o Brasil", o serviço militar funciona como um "nivelador republicano", pois as pessoas de menor poder aquisitivo vêem uma fonte de renda na função.

Entre as hipóteses em estudo, está a ampliação do rigor para tornar o serviço militar "efetivamente" obrigatório. Caso isso aconteça, a seleção será feita pelas próprias Forças Armadas com base em dois critérios: o do vigor físico e da capacidade intelectual, e o de representação de todas as classes e de todas as regiões do País, explicou o ministro, que participou de audiência pública na Comissão de Relações Exteriores, assim como o ministro da Defesa, Nelson Jobim.

Como nesse caso a oferta de pessoal seria muito maior do que a efetiva necessidade das Forças Armadas, Unger disse que há possibilidade de se criar um serviço social obrigatório para aqueles que forem dispensados do novo modelo de serviço militar. "Nesse serviço social obrigatório todos receberiam um treinamento militar rudimentar e poderiam compor uma grande reserva, que seria usada em caso de necessidade", disse.

Caças da FAB
Durante a audiência, Unger acrescentou que há possibilidade de o governo adiar novamente a "compra custosíssima" de caças (substitutos dos Mirage) - assunto que vem sendo discutido desde o primeiro governo FHC.

No lugar do projeto FX, os recursos seriam direcionados a quatro outras iniciativas: a modernização dos aviões da Força Aérea Brasileira, projetos de veículos não tripulados, colaboração com uma "potência estrangeira" no desenvolvimento de protótipo de caça de quinta geração e investimento "massivo" na formação de recursos humanos. Esta última opção é considerada a mais importante pelo ministro.

Amazônia
O ministro de Assuntos Estratégicos afirmou ainda que a Amazônia só pode ser defendida contra o desmatamento se houver uma estrutura social e econômica organizada na região. Para ele, há um "vínculo indissolúvel" entre os problemas da defesa, da preservação ambiental e do projeto econômico. "A Amazônia não é uma coleção de árvores, mas um grupo de pessoas que, se não tiver oportunidade econômica, vai desenvolver atividades desordenadas economicamente e acelerar o desmatamento", afirmou. Segundo Unger, a Amazônia é a região de "maior foco" das preocupações atuais de segurança do governo.

horizontal rule

MANIFESTO

Em sessão ordinária realizada no dia 24 de Julho de 2008 a Loja AUGRESPLOJSIMBSIMÓN BOLÍVAR N° 2291 aprovou o manifesto a seguir que deverá ser divulgado para os maçons e para o público em geral.
Fundada em 11 de setembro de 1983
Federada ao

GRANDE ORIENTE DO BRASIL
Jurisdicionada ao
GRANDE ORIENTE DO BRASIL – MINAS GERAIS
Rua Rio de Janeiro, 985, 11° Andar, Centro     Belo Horizonte – M. G.
Reuniões 5ª Feira, 20:00 hs - Templo Liberdade - REAA

As declarações e ações da Presidência da Republica, Polícia Federal, e Supremo Tribunal Federal nos casos de operações de investigação recentes como a Satiagraha nos deixam perplexos e apreensivos quanto à qualidade da gestão dos recursos da Nação e da administração da justiça. Na última semana assistimos a ações lamentáveis do STF pressionando um juiz federal de primeira instância para que interrompa um processo judicial porque, supostamente, estaria sujeitando os investigados a constrangimentos. As ações desenvolvidas sugerem que a cúpula gestora da nação está comprometida pela convivência diária com a dilapidação dos bens públicos, tratados como propriedade privada dos gestores, que freqüentemente tomam decisões catastróficas para os interesses dos legítimos donos, no caso a sociedade, sem por isso serem responsabilizados e severamente punidos.
A esperança de justiça da sociedade, fundamentada na atuação de um grupo de jovens policiais, promotores e juízes, foi brutalmente abalada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, secundado pela Presidência da Republica e sob a plácida aceitação do Congresso Nacional, ao interromperem a Operação Satiagraha, por ter incomodado um banqueiro parceiro de negócios particulares de várias figuras públicas da cúpula governamental. Estas não podem ser as condições para vivermos em estado de direito, como foi argumentado. Se o estado de direito existe, aparentemente, ele é reservado aos criminosos, enquanto os contribuintes desprotegidos ficam com a obrigação de pagar e manter uma estrutura que repetidamente lhes demonstra o seu desprezo.
O produto do trabalho do povo é sugado pela Receita Federal, que bate recordes de arrecadação mês após mês, e consumido por um Governo, que não demonstra comprometimento quanto à sua correta aplicação. O imenso volume de recursos é tratado mais como um espólio a partilhar com banqueiros e asseclas, do que como a seiva vital da economia da sociedade. Raramente vemos o retorno desses recursos aplicados na Saúde, Educação e Segurança. Em vez disso, vão parar nas mãos de empresários hipócritas, prefeitos pérfidos, ministros omissos e irresponsáveis, Deputados e Senadores mal-intencionados, que renunciam para não terem seus direitos políticos cassados e poderem voltar, "limpos", a concorrer nos próximos pleitos.
Os setores da Saúde, Educação e Segurança são aqueles onde a administração pública demonstra plenamente o seu desprezo pelo contribuinte, com a desorganização e o desperdício, além dos gordos salários e benefícios numa ciranda, que leva o Governo a gastar cada vez mais a ponto de ressuscitar a velha e temida inflação. Verificamos uma temerária inversão de valores na prática da administração pública. Os encarregados de fazer cumprir as leis, em determinadas situações, são os mesmos que ajudam a burlá-las, o caso dos Conselheiros do Tribunal de Contas que falsificaram certidões para poderem dilapidar os recursos destinados a assistência social. Poucos dias atrás, assistimos na televisão sua excelência, o presidente do STF, concordando, placidamente, que os ricos têm uma justiça privilegiada porque podem pagar melhores advogados. Enquanto isso, o responsável nacional pela Defensoria Pública se lamentava pelas dificuldades encontradas para fazer funcionar a sua desmantelada organização.
É inadmissível constatar que um profissional da Defensoria Pública Federal ganha menos da metade que os profissionais do mesmo nível no Ministério Público Federal que ganham cerca de 20 mil reais enquanto os marajás do STF auferem valores maiores.
É espantoso se levarmos em consideração que todos eles são pagos pelos mesmos contribuintes que vêm escorrer pelos dedos mais de 40% do que produzem, em impostos, que deveriam ser aplicados para prover saúde, educação e segurança para a Sociedade.
Lamentavelmente isso não acontece, porque organizações criminosas, organizadas em rede de empresas ou ONGs preocupadas com os direitos dos criminosos, amparadas por um conjunto de leis casuísticas, pela ineficiência da Justiça preocupada em não incomodar seus parceiros e com a conivência do Governo, se incumbem a dar rumos nefastos ao dinheiro público.
Estamos evoluindo e não concordamos que um ministro, ex-presidente do STF, declare, publicamente, que "bem ou mal o ministro resolveu soltar o Sr. Dantas e ninguém tem competência para se opor a tal decisão". Cometemos erros e temos obrigação de corrigi-los, decisões divinas são inaceitáveis. O ministro presidente do STF deve todos os esclarecimentos á Sociedade a quem serve. Não pode permitir que os mal-intencionados ou os corruptos desbaratem os recursos conquistados pelos trabalhadores e ficar calado. Os advogados devem envergonhar- se de participarem nas quadrilhas que assaltam o povo interpretando a lei para instruir e salvaguardar da ação da justiça os seus clientes, dificultando a apuração da verdade. Esqueceram os juramentos feitos perante a Sociedade e perante a Ordem dos Advogados que parece adormecida, alheia aos deslizes dos seus membros que muito prejudicam a sociedade, que supostamente orientam e protegem.
Não podemos concordar com um Congresso Nacional que assiste apático a estas catástrofes nacionais, sem ao menos se pronunciar em defesa das instituições impedidas de desenvolver as suas atividades constitucionais. É obrigação de Deputados e Senadores julgar as ações do presidente do STF e impedir que a Presidência da República desmantele a Polícia Federal quando ela começava a fazer um pouco do seu trabalho.
Até quando continuaremos pagando principescamente profissionais incompetentes e mal-intencionados, que não protegem a sociedade do assalto aos recursos públicos por organizações ou indivíduos, impedindo que esses mesmos recursos oriundos dos impostos, sejam aplicados em benefício da sociedade?
Nós Maçons não podemos continuar assistindo passivamente a dilapidação dos recursos da sociedade pelos seus representantes. É necessário fazer as correções adequadas rapidamente, restabelecendo o prestígio da Polícia Federal, do Ministério Público e da Justiça Federal e caçar os responsáveis sem tréguas.
Vamos fazer com que a Ética seja, de fato, o ponto mais importante na escolha dos nossos representantes e exigir deles que a pratiquem explicitamente durante os seus mandatos. Atualmente, temos as ferramentas necessárias para fazê-lo. É nossa responsabilidade fiscalizar a atuação dos nossos representantes seja legisladores, jurídicos ou executivos, exigir que informem os resultados das suas ações e impedir que prejudiquem a sociedade com associações mal-intencionadas.
Manifestamos o nosso repúdio pela situação criada e pedimos respeitosamente esclarecimentos públicos e objetivos ao Exmo.sr. Presidente da República, Supremo Tribunal Federal, Congresso Nacional, Ministro da Justiça e Polícia Federal, a quem pagamos muito bem para nos representarem, protegerem e esclarecerem e não para cuidarem dos incômodos causados aos legalmente investigados.
Convidamos a cerrarem fileiras conosco todos os nossos irmãos Maçons e todos os cidadãos de bons costumes, espalhados por este imenso e portentoso país que vislumbra a oportunidade de ser grande, mas continua tolhido e enfraquecido pelos seus parasitas.
Oriente de Belo Horizonte, 24 de Julho de 2008.


LOJA MAÇÔNICA SIMÓN BOLÍVAR N° 2291

Gente as eleições estão chegando, as mudanças podem começar na sua rua, seu bairro, sua cidade, seu estado, seu país, mas principalmente na sua cabeça.
 
VOTO DEFINE UMA NAÇÃO.
 
         31/01/2008             
                       
A GRANDE FARSA.

... Presta-se a algumas conclusões o reconhecimento de que desmatamos a Amazônia muito mais do que recomendaria o bom senso.

A primeira, de que, além de haver faltado com a verdade, o governo acaba de fornecer munição para a cobiça internacional. Basta passar os olhos nos principais jornais da Europa e dos Estados Unidos. Todos abrem espaço para o que lhes parece a destruição do 'pulmão do mundo', não demorando o retorno da seqüência de que a Amazônia precisa ser internacionalizada. Para alguns ingênuos e um número bem maior de malandros, o Brasil carece de condições para deter soberania na região, estando a prova nas sucessivas queimadas e devastações denunciadas e reconhecidas.

Não se imagina qualquer ocupação militar por parte das nações ricas. Elas saberão das sucessivas transferências de unidades militares do Sul, Sudeste e Centro-Oeste para a Amazônia, nos últimos anos. Não que pudéssemos enfrentar por mais de quinze minutos uma guerra convencional contra alguma 'coligação' tecnologicamente muito mais avançada. Acontece, porém, ser outra a estratégia brasileira: nossos guerreiros se transformarão em guerrilheiros.

Por esse motivo já nos obrigaram a assinar um tratado militar comprometendo-nos a não colocar minas em pontos-chave da floresta. Não importa, essa iniciativa só depende de nós. Além disso, vêm sendo cavados bem fundo, no solo amazônico, depósitos de munição, combustível e mantimentos.

Não faz muito uma delegação das Forças Armadas brasileiras visitou o Vietnã. Por via das dúvidas, fomos buscar a experiência de um povo que saiu vitorioso nessa espécie de conflito. Entrar, os adversários podem. Sair, só derrotados...

Existem outros tipos de internacionalização, como o da aquisição de imensas glebas amazônicas por estrangeiros. Vergonhosamente estimulados pelo próprio governo do Brasil, e pela lei, os compradores arrendam milhares de hectares por 40 anos, renováveis por mais 40, comprometendo-se a preservar a floresta, mas, de modo estranho, autorizados a extrair madeira.

A invasão se faz por via econômica, impulsionada por mil e uma ONGs, nacionais ou vindas de fora. Além de tentarem interromper o desenvolvimento da região, que numa etapa inicial gostariam fosse um imenso jardim botânico, essas entidades trabalham tribos indígenas, apesar delas constituírem parte indissolúvel de nossa população. Pretendem transformá-las em 'nações'.

Além disso, convenceram o Congresso e o governo a conceder-lhes monumentais espaços onde o cidadão brasileiro é impedido de entrar, mas, estranhamente, estrangeiros podem. Aguardam a oportunidade para algum organismo internacional reconhecer a 'independência' dessas nações, com governo próprio e até assento na ONU.

Seria, então, oportunidade para estabelecerem protetorados e sucedâneos, celebrando acordos de 'cooperação', imagine-se por parte de quem. Estaria consumada a exploração das riquezas amazônicas, o verdadeiro objetivo de toda essa farsa. Acorda, Lula...

horizontal rule

As 4 Perguntas sobre a qualidade de vida do brasileiro:

Você:: Ficou mais fácil arranjar emprego nos 15 últimos anos? Que futuro você vê para você e seus filhos ou um jovem de 20 anos de idade?

Aor-Eb Suprir todas estas deficiências com a melhor Qualidade de Mão de Obra, Cortesia e Menor Custo para o Cliente.

Você: Porque o povo acredita que as coisas melhoraram muito na época do governo militar?

Aor-Eb Porque mesmo apesar de alguns problemas, havia planejamento para o bem do povo, do cidadão onde a prioridade era a melhoria do bem estar da população principalmente a do interior que não tem recursos e não tem voz.

Você: O que precisa ser feito para melhorar a situação da população?

Aor-Eb Governar priorizando o emprego, a geração de emprego, o crédito a pequenas empresas, a democratização da exportação, a seriedade no congresso, eliminar a priorização do poder pelo poder, a redução da taxa de juros, estancar a geração de pobreza que impede o consumo, condenando jovens brasileiros à ignorância, a doenças à pobreza.

Você quanto tempo pode esperar?

Aor-Eb `É preciso não perder tempo pois isto só interessa aos estrangeiros.

horizontal rule

Home ]            

Comentários sobre este Website para: euler@aor-eb.org.br Copyright © 2006 Aor-Eb Última modificação: 29 março, 2012