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O Presidente do Brasil foi homenageado como o "Estadista Global" pelo Forum Econômico Mundial.

Veja abaixo outras condecorações:

Dell escolhe Brasil para estréia em mercado de celulares

 
Revista Exame | 13.11.2009 | 10h36
Por Renato Cruz

São Paulo - A americana Dell, terceira maior fabricante de computadores do mundo, estréia hoje no mercado de celulares. A empresa escolheu como parceiras a brasileira Claro e a China Mobile. Inicialmente, o telefone inteligente (smartphone) da Dell, que usa o sistema operacional Android, do Google, será vendido somente no Brasil e na China. “Decidimos dar prioridade a dois países dos Brics”, afirmou Hans Erickson, gerente-geral do Segmento de Consumidor da Dell para a América Latina, referindo-se ao grupo de países formado também por Rússia e a Índia.

“O aparelho estará nas lojas nos próximos dias”, afirmou João Cox, presidente da Claro. “É só uma questão de porto e logística.” O primeiro lote de celulares é importado, mas a Dell já estuda a fabricação local. “É tudo uma questão de escala”, explicou Erickson.

Segundo estudo recente da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil fechou 2008 como o quinto maior mercado de celulares, com 150,6 milhões de acessos, atrás de China, Índia, Estados Unidos e Rússia. Em setembro, contava com 166,1 milhões de acessos, de acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Apesar de ainda pequeno, o mercado de smartphones é o que mais cresce no País, segundo Cox. Esses celulares inteligentes permitem ao usuário ter uma experiência de internet móvel comparável à do computador. O telefone da Dell vem concorrer com outros modelos baseados no Android, de fabricantes como Motorola, HTC e Samsung; com o iPhone, da Apple; com o BlackBerry, da RIM; e com os aparelhos que usam sistema operacional Windows, da Microsoft.

A entrada da Dell em celulares acontece ao mesmo tempo que fabricantes tradicionais, como Nokia, lançam computadores portáteis no mercado mundial. Na semana passada, a Samsung anunciou sua entrada no mercado brasileiro de notebooks e de netbooks (ultraportáteis). A fabricante sul-coreana tem uma vantagem sobre outros fabricantes por produzir peças como discos rígidos e monitores, o que lhe permite ter preços mais agressivos.

Mercado do futuro

A Dell e a Claro, não quiseram divulgar o preço do aparelho e sua configuração. Também não disseram até quando dura o contrato de exclusividade. Informaram somente que o Brasil receberá o aparelho com conexão de terceira geração (3G), e a China, não. “O modelo 3G chega primeiro aqui, com todo respeito aos chineses”, afirmou Cox. A operadora também negocia a venda dos netbooks da Dell a seus clientes, com o pacote de conexão 3G. A Dell conversa com a controladora da Claro, a mexicana América Móvil, para levar seu telefone inteligente para outros países latinos.

“Esse movimento da Dell na direção da mobilidade começou há um ano, quando lançamos netbooks”, disse Erickson. “Hoje temos aparelhos com telas de três a 30 polegadas.” Entre as características importantes do aparelho, o executivo ressaltou o Android, que é um software de código aberto; as dimensões e o design do aparelho; e sua capacidade de multitarefa (ou seja, de rodar vários programas ao mesmo tempo). O telefone da Dell poderá usar os aplicativos já desenvolvidos para outros modelos baseados no Android.

Quando visitou o Brasil, na semana passada, Michael Dell, fundador e presidente da empresa que leva seu sobrenome, destacou a importância do setor de celulares. “É o mercado do presente e do futuro”, afirmou o executivo. Durante a visita, para comemorar dez anos de presença no País, Dell afirmou que o mercado brasileiro é estratégico. “Não existem muitos mercados como esse”, disse. “Entre os Brics, o Brasil é menor que a China, mas maior que a Índia e a Rússia. Até 2015, deve se tornar o quarto maior mercado do mundo. O Brasil é chave para a economia da América Latina.” A Dell é líder na venda de computadores para o mercado corporativo no País, segundo a consultoria IDC.

No lançamento, o celular não estará à venda no site, principal canal de vendas da Dell. Isso deve acontecer enquanto durar o acordo com a Claro. A Dell prevê o lançamento de novos modelos e uma integração maior entre seus celulares e PCs. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Lula é a 33ª pessoa mais poderosa do mundo, diz ranking da 'Forbes'

Revista Exame 12/11/2009

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva é a 33ª pessoa mais poderosa do mundo, segundo um ranking preparado pela revista americana Forbes e divulgado nesta quinta-feira. O ranking completo, com 67 nomes, traz ainda o governador do Mato Grosso, Blairo Maggi, que é o maior produtor mundial de soja, na 62ª posição.

A lista é encabeçada pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, seguido pelos presidente da China, Hu Jintao, e pelo premiê e ex-presidente russo Vladimir Putin. O presidente do Fed, o Banco Central dos Estados Unidos, Ben Bernanke, é considerado pela revista o 4º homem mais poderoso do mundo.

Segundo a revista, a compilação da lista tentou responder a questões como que influência as pessoas têm sobre outras, o controle que elas têm de grandes recursos financeiros e o poder que elas têm em múltiplas esferas.

Perfis

A revista justifica a escolha de Lula como 33º de sua lista dizendo que ele “governa o maior produtor de alimentos do mundo, o maior exportador de açúcar, de suco de laranja, de café, de carne e de frango”. A Forbes comenta que seu “projeto de estimação” é a exploração dos vastos campos de petróleo na costa brasileira, “tornando o país o número 1 no mercado de carbono projetado em US$ 125 bilhões”.

No perfil que faz de Blairo Maggi, por sua vez, observa que ele ajudou a fazer da soja o principal produto de exportação brasileiro, mas que foi acusado de desmatar a floresta amazônica, pelo que recebeu o prêmio “Motosserra de Ouro”, da ONG Greenpeace, em 2005.

Apesar disso, a revista observa que ele mudou sua imagem com os ambientalistas ao conseguir reduzir dramaticamente o desmatamento no Estado e ao defender uma compensação financeira para que os agricultores não desmatem a floresta.

Lula aparece no ranking pouco acima de figuras como os premiês do Japão, Yukio Hatoyama, e da
Índia, Manmohan Singh, e do saudita Osama Bin Laden, líder da Al Qaeda, em 35º, 36º e 37º lugares na lista, respectivamente.

Mas fica atrás de outras figuras políticas como os primeiro-ministros da Itália, Silvio Berlusconi (12º lugar),
da Alemanha, Angela Merkel (15º), e da Grã-Bretanha, Gordon Brown (29º), ou do líder da Coreia do Norte, Kim Jong Il (24ª posição na lista), e até mesmo do ex-presidente americano Bill Clinton (31ª) ou do prefeito de Nova York, o milionário Michael Bloomberg, que aparece no 20º lugar.

Nos primeiros lugares da lista estão também empresários, como os fundadores do Google, Sergey Brin e Larry Page, em 5º lugar, o mexicano Carlos Slim Helu, em
6º, o magnata da mídia Rupert Murdoch, em 7º, Michael T. Duke, presidente da Wal-Mart, em 8º, e Bill Gates, fundador da Microsoft e homem mais rico do mundo, em 10º. A Forbes observa que a lista tem um nome para cada 100 milhões de habitantes da Terra.

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