Associação dos Oficiais da Reserva do 

EXÉRCITO BRASILEIRO

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Declaração de Salvador
Filiada ao CNOR - Conselho Nacional de Oficiais R2 do Brasil

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Declaração de Salvador

 

 

 

CONSELHO NACIONAL DE OFICIAIS R/2 DO BRASIL

Fundado em 22 de Abril de 1997

Sede: Rio de Janeiro

Regionais: Rio de Janeiro - São Paulo - Recife - Belo Horizonte - Petrópolis - Brasília - Natal - Ponta Grossa CuCuiabá - Pelotas - João Pessoa - Juiz de Fora - Maceió - Belém - Manaus - Salvador - Campo Grande - Curitiba

Vila Velha - Fortaleza

Av. Brasil, 5292 - Rio de Janeiro (RJ) - CEP 21040-361

Tel. (21)2560-6584 – (21)98187-1558

www.cnor.org.br * cnor@cnor.org.br

XV ENCONTRO NACIONAL DE OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO

APRESENTAÇÃO

As Diretorias do Conselho Nacional de Oficiais R/2 do Brasil e das Associa-ções Regionais integradas ao Sistema CNOR reuniram-se, novamente, com Ofici-ais da Reserva de todo o país, em seu tradicional encontro anual.

Nesta oportunidade em terras da Bahia onde, em 30 de abril de 1625, foram derrotadas as forças holandesas que um ano antes haviam invadido o solo baiano. O XV Encontro Nacional de Oficiais da Reserva do Exército - XV ENOREx - foi realizado na cidade de Salvador, fundada por Tomé de Sousa em1549 para sediar o governo português no Brasil, primeira capital colonial brasileira, reconhecida pela UNESCO como Patrimônio Mundial da Humanidade.

O XV ENOREx, promovido pela Associação dos Oficiais da Reserva do Estado da Bahia - AORE/BA - fez justiça ao pioneirismo da nossa Regional baiana, que no ano de 2002 sediou o IV Encontro Nacional, o primeiro realizado fora do Rio de Janeiro.

Os Encontros Nacionais ocorrem desde 22 de abril de 1997, data da fundação do CNOR e do primeiro ENOREx. Na época existiam seis Associações de Oficiais R/2 no país, a saber: São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro, Porto A-legre e Petrópolis (RJ), totalizando 890 associados. Hoje, dezessete anos decorri-dos, o Sistema CNOR abriga vinte Associações, com mais de dez mil Oficiais R/2 cadastrados.

O XV ENOREx atingiu plenamente os seus objetivos, assim definidos:

a) Atualizar os conhecimentos e informações dos Oficiais da Reserva, de modo a lhes proporcionar uma visão confiável do atual contexto das Forças Armadas Brasileiras;

b) Estabelecer diretrizes para o desenvolvimento das atividades das entida-des filiadas ao Conselho Nacional de Oficiais R/2 do Brasil;

c) Promover a integração das vinte Associações do Sistema CNOR;

d) Tratar de assuntos de interesse das Associações e da oficialidade R/2;

e) Apresentar delegações ou representações de novas entidades;

f) Estreitar os laços de amizade e companheirismo entre Ativa e Reserva;

g) Reunir em Assembleia Geral o Plenário do Sistema CNOR; e

h) Divulgar o cenário cultural, histórico e turístico de Salvador.

A Reserva Atenta e Forte, após reunir-se na bela cidade de Salvador, louva, sa-úda, homenageia e agradece aos nossos bravos irmãos baianos pela eficácia na realização do XV ENOREx, bem como pela hospitalidade com que nos acolheram em sua histórica metrópole.

O Sistema CNOR agradece às Forças Armadas do Brasil o apoio que possibili-tou a realização do Encontro, em especial aos seguintes grandes comandos e or-ganizações: Comando Militar do Nordeste, Departamento de Educação e Cultura do Exército, 6ª Região Militar, Diretoria de Ensino Superior Militar, Escola de Formação Complementar do Exército, 19º Batalhão de Caçadores, II Distrito Na-val, Base Naval de Aratu, II Comando Aéreo Regional, Base Aérea de Salvador, Centro Militar de Convenções e Hospedagem da Aeronáutica e Fundação Cultural Exército Brasileiro. Este agradecimento é também extensivo às diversas autorida-des e organizações, civis ou militares, que de alguma forma contribuíram para o sucesso do XV ENOREx.

O presidente do CNOR, por decisão da Assembleia Geral do Conselho Nacional de Oficiais R/2 do Brasil, foi incumbido de, logo após o encerramento do ano de 2013, elaborar o documento infra-assinado, denominado DECLARAÇÃO DE SALVADOR, aprovado pelos signatários, e que consubstancia um conjunto de in-tenções, posicionamentos e conceitos adotados pelo Sistema CNOR.

Rio de Janeiro, 21 de março de 2014

Sérgio Pinto Monteiro - 2º Ten R/2 Art - CPOR/RJ - Tu 1961

Presidente do CNOR

DECLARAÇÃO DE SALVADOR

Os signatários desta DECLARAÇÃO, presidentes ou representantes das Associ-ações de Oficiais da Reserva filiadas ao Conselho Nacional de Oficiais R/2 do Brasil - Sistema CNOR -, reunidos na cidade de Salvador, Estado da Bahia, no pe-ríodo de 07 a 13 de outubro de 2013, durante o XV Encontro Nacional de Oficiais da Reserva do Exército - XV ENOREx -, subscrevem o presente documento onde reafirmam sua inquebrantável fidelidade ao juramento do Aspirantado, ao mesmo tempo em que reiteram total confiança nas Forças Armadas Brasileiras, guardiães da integridade e soberania da Pátria.

QUEM SOMOS

Num primeiro segmento, somos brasileiros que, em cumprimento à Lei do Ser-viço Militar, fomos selecionados para cursar os Órgãos de Formação de Oficiais da Reserva do Exército. Após um período de formação que oscilou entre um e três anos, a partir de 1927, data da criação do Centro de Preparação de Oficiais da Re-serva do Rio de Janeiro, o primeiro do Brasil, fomos declarados aspirantes a ofici-al da reserva do Exército, combatentes, nas Armas, Quadros e Serviços. Na se-quência, em quantitativo que ao longo tempo variou em função das necessidades da Força, atuamos no serviço ativo por períodos entre um e nove anos. Após a pas-sagem definitiva para a Reserva Não remunerada, ainda permanecemos em dispo-nibilidade por cinco anos.

Durante a II Guerra Mundial, dos 1070 oficiais subalternos combatentes da Força Expedicionária Brasileira, 433 eram oriundos de Órgãos de Formação de Oficiais da Reserva - OFOR -, inclusive o único militar brasileiro agraciado com a Distinghished Service-Cross do governo dos Estados Unidos, o 1º Ten R/2 Inf Apol-lo Miguel Rezk.

Noutro segmento, mais recente, incluem-se os Oficiais R/2, não combatentes, das áreas técnica e de saúde, de rápida formação militar, que os habilita ao de-sempenho de suas respectivas profissões universitárias como oficiais temporários, pelo mesmo tempo permitido aos combatentes.

Após o término do serviço na ativa, seguimos diferentes caminhos na vida civil, mantendo, entretanto, a condição de oficiais da reserva, conforme atesta a nossa Carta-Patente.

Como profissionais que integram os mais variados segmentos da sociedade bra-sileira, oriundos de todas as regiões do país, pautamos nossas ações tendo como fulcro os indissolúveis laços afetivos que nos unem ao Exército. Em função da nossa dupla formação - militar e civil - possuímos uma natureza hibrida e, portan-to, uma visão privilegiada de ambos os segmentos do tecido social, o que nos quali-fica como formadores de opinião, apoiadores de projetos estratégicos, reserva mo-bilizável capacitada - próxima e comprometida - e multiplicadores dos valores, cul-tura e lições históricas internalizadas no dia a dia da vida militar. O Oficial R/2, ao desligar-se do serviço ativo, certamente mais apto a exercer posições de comando e liderança, torna-se responsável pela manutenção e permanente difusão, na vida civil, dos princípios, valores e atributos apreendidos na caserna. Forjados pelas Forças Armadas em modelo de conduta diferenciado que nos qualifica a ocupar postos de direção em organizações públicas ou privadas, contribuímos de forma relevante na condução do país ao mais alto grau de excelência.

A situação do Oficial da Reserva Não Remunerada, via de consequência, em muito se diferencia daquela ostentada pelos demais reservistas oriundos do Serviço Militar Obrigatório, o que, a nosso critério, recomenda, ou deveria recomendar, o reconhecimento, pela caserna, da nossa condição de militar da reserva e, portanto, tratamento condizente com o nosso posto.

A condição do Oficial da Reserva, sob certos aspectos, não se distingue daquela do Militar de Carreira. Ambos prestam o mesmo juramento à Pátria e à Bandeira, e recebem a mesma espada e carta-patente. A diferença básica é que o Oficial da Reserva prepara-se, apenas, para a função de subalterno, no comando de peque-nas frações de tropa. Seu tempo de formação limita-se ao necessário para tanto. Não está destinado a comandar unidades maiores, nem a responder por situações mais complexas, seja em combate, seja nas atividades subalternas da instituição militar, que requeiram longa e séria preparação especializada. Entretanto, seu ju-ramento lhe atribui a mesma condição de honorabilidade. "An officer and a gen-tleman" é a reveladora expressão americana. A honra individual nunca é temporá-ria. Mesmo quando na reserva, o oficial não a perde, nem a poderia perder, porque a honra é uma condição de essência, não transiente. O reconhecimento desse pon-to fundamental é o que se poderia chamar, sem jogo de palavras, o ponto de honra do Oficial da Reserva. A honorabilidade não é algo fungível, temporário. O serviço ativo, sem dúvida, é temporário. A diferença para o Oficial de Carreira é que o pe-ríodo ativo deste é mais longo do que o do Oficial da Reserva, e que sua formação militar é muito mais demorada e complexa. Entretanto, a honorabilidade de am-

bos é exatamente a mesma. Esse aspecto da formação do militar R/2 está, pois, in-timamente ligado ao sentimento de honra, inerente, historicamente, ao Oficial de qualquer exército.

QUANTOS SOMOS, ONDE ESTAMOS, O QUE FAZEMOS

Numa avaliação preliminar do Sistema CNOR, o efetivo de oficiais da reserva combatentes oriundos dos OFOR está muito próximo dos cem mil. Se a esse con-tingente acrescentarmos os oficiais R/2 oriundos do Estágio de Serviço Técnico e do Estágio de Adaptação e Serviço, esse número já ultrapassa os cento e vinte mil e cresce rapidamente.

O CNOR considera extremamente relevante uma atualização do banco de dados da Força no que se refere a esses oficiais da reserva. Um cadastramento nacional nos parece recomendável e altamente estratégico. O Sistema CNOR sugere a reali-zação de um cadastramento nacional desse segmento da reserva e se coloca à dis-posição do Exército para colaborar no que for necessário, se conveniente e ade-quado.

COMO PENSAMOS

Somos da mesma tropa, formados com eficácia, empenho, dedicação e profissio-nalismo pelos companheiros da Ativa, com os quais mantemos laços profundos de amizade e camaradagem. Em nossas artérias corre o mesmo sangue verde-oliva positivo. Vejam a pujança do Sistema CNOR: somos milhares de Oficiais R/2 aglu-tinados em torno das nossas vinte Regionais. A cada atividade, esse número au-menta com a adesão de novos companheiros e a filiação de novas Regionais.

Como formadores de opinião, em geral ocupando posições relevantes e estratégi-cas no setor civil, estamos atuando intensamente na sociedade para difundir os va-lores éticos, morais e cívicos praticados na caserna.

Saudamos o povo brasileiro que mantém as nossas Forças Armadas na liderança de todas as pesquisas de credibilidade e confiabilidade do país.

Repudiamos as tentativas, inconsequentes, injustas e impatrióticas, de denegrir as Forças Armadas, praticadas por indivíduos ou entidades cujo objetivo final é o en-fraquecimento das instituições nacionais permanentes, com graves repercussões sobre a democracia e a liberdade, que a duras penas conquistamos e mantemos em nosso país.

Reiteramos o nosso repúdio à corrupção e à impunidade que grassam em vários escalões do poder civil brasileiro.

Manifestamos a nossa insatisfação diante da ineficácia das gestões de alguns se-tores da administração pública, em especial, por sua relevância, a educação. A construção do Brasil que almejamos, alicerçada na eficiência do processo educa-cional, permanecerá inacabada enquanto a educação - mãe de todos os nossos problemas - não for prioridade para os governantes.

Do mesmo modo, apontamos a situação de descalabro existente nos setores de saúde e segurança que vem, a cada dia, reduzindo a qualidade de vida do nosso povo.

Em várias das nossas DECLARAÇÕES anteriores alertamos para os equívocos da política energética brasileira por não priorizar mudanças na matriz, o que po-

derá, em curto ou médio prazo, nos conduzir a uma grave crise no setor. A conclu-são das novas hidrelétricas e da usina nuclear de Angra III, bem como a disponi-bilização de maiores recursos para as chamadas energias alternativas, são provi-dências que consideramos inadiáveis.

Ontem, ainda muito jovens, quase meninos, transpusemos, entre tímidos e inse-guros, o Portão das Armas dos Órgãos de Formação de Oficiais da Reserva. O E-xército nos transformou em líderes e cidadãos capacitados para comandar. Numa volta ao passado, faríamos tudo novamente. Deus, liberdade e democracia são as nossas crenças fundamentais. O bem da Pátria será sempre o farol a nos iluminar os caminhos. Por ela, estamos e estaremos sempre prontos ao sacrifício maior. Jamais recuaremos, ainda que da Pátria alguns maus filhos se aproveitem e como Caim, queiram destruir a nossa liberdade e talvez, quem sabe, até mesmo as nossas vidas. Almejamos um país democrata, com forças armadas à altura de sua grande-za e necessidades, economicamente fortalecido, socialmente justo, tecnologicamen-te avançado, conduzido por lideranças político-administrativas competentes, ho-nestas e responsáveis. Somos intransigentes defensores do Estado, da Lei e da Or-dem.

O Sistema CNOR, representando o sentimento da oficialidade da reserva não remunerada das Forças Armadas Brasileiras, saúda os nossos irmãos da Ativa. Unidos, construímos este país. Juntos, somos imbatíveis. Das vitórias de Guarara-pes, nascedouro da Nação e do Exército, onde uma força de patriotas formada por brancos, mestiços, negros e índios expulsou os holandeses do solo brasileiro, com-batendo muitas vezes descalços, empunhando espadas, facões, arcos e lanças, a pé ou montados, aos combatentes do século XXI, somos o mesmo Exército. Nosso braço forte protege. Nossa mão amiga ampara. Nada, jamais, poderá nos derrotar. E se um dia, desafortunadamente, qual Andrômeda na lenda de Sófocles, a Pátria se vir acorrentada no rochedo da submissão, as Forças Armadas do Brasil, como Perseu, brandindo as espadas de Tamandaré, Caxias e Eduardo Gomes, a liberta-rão.

Sérgio Pinto Monteiro - 2º Ten R/2 Art - CPOR/RJ - Tu 1961

Presidente do Sistema CNOR

"... A Pátria não é um sistema, nem é uma seita, nem um monopólio, nenhuma forma de governo: é o céu, o solo, o povo, a tradição, a consciência, o lar, o berço dos filhos e o túmulo dos antepassados, a comunhão da lei, da língua e da liberdade. Os que a servem são os que não invejam, os que não inflamam, os que não conspiram, os que não sublevam, os que não desalentam, os que não emudecem, os que não se acovardam, mas resistem, mas ensinam, mas esforçam, mas pacificam, mas discutem, mas praticam a justiça, a admiração, o entusiasmo." ( Rui Barbosa, 1903)

PELAS ENTIDADES REGIONAIS DO SISTEMA CNOR

1 - ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA - AORE/BAHIA

Presidente: 1º Ten R/2 Inf Adriano Motta Gallo

2 - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO - ABORE/SÃO PAULO

Presidente: 2º Ten R/2 Int Antonio Carlos Castilho Garcia

3 - ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA - AORE/RECIFE

Presidente: 1º Ten R/2 Int Rogério de Souza Vasconcelos Júnior

4 - ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA - AOR-EB/BELO HORIZONTE

Presidente: 2º Ten R/2 Eng Fernando Gonçalves Castelo Branco

5 - ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA - AORE/RIO DE JANEIRO

Presidente: 2º Ten R/2 Mat Bel Ruyberto Silva de Oliveira

6 - ASSOCIAÇÃO DE OFICIAIS DA RESERVA - AORE/DISTRITO FEDERAL

Presidente: 2º Ten R/2 Inf Rômulo Jorge de Melo Nogueira

7 - ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO - AORE/PETRÓPOLIS

Presidente: 2º Ten R/2 Inf Antônio Jorge de Azevedo Clavery

8 - ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS R/2, EX-ALUNOS , AMIGOS NPOR DE NATAL - AORN

Presidente: 2º Ten R/2 Inf Francisco Cardoso de Araújo Navarro Neto

9 - ASSOCIAÇÃO MATO-GROSSENSE DE OFICIAIS DA RESERVA - AMORE

Presidente: 2º Ten R/2 Art Newton da Silva Arruda

10 - ASSOCIAÇÂO DOS OFICIAIS DA RESERVA - PONTA GROSSA - AORPG - PARANÁ

Presidente: 1º Ten R/2 Inf Orlando Frizanco

11 - ASSOCIAÇÃO DE EX-ALUNOS E AMIGOS DO NPOR - 9º BIMTz - PELOTAS - RS

Presidente: 2º Ten R/2 Inf Marco Antonio Almeida Tavares Gravato

12 - ASSOCIAÇÃO PARAIBANA DOS OFICIAIS DA RESERVA - APORE

Presidente: 1º Ten R/2 Cav Hamilton Madruga Espínola Guedes

13 - ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA - AORE/JUIZ DE FORA

Presidente: 2º Ten R/2 Art Mauro Lúcio Pires

14 - ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA - AORE/MACEIÓ

Presidente: 2º Ten R/2 Inf Denis Lins Álvares

15 - ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA - AORE/BELÉM

Presidente: 2º Ten R/2 Inf Wolf Endemann

16 - ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA DA AMAZÔNIA - AORA/MANAUS

Presidente: 1º Ten R/2 Inf Fabiano de Souza Fabrício Júnior

17 - ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA - AORE/MS

Presidente: 1º Ten R/2 Dent Inácio Guitte Melges

18 - ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA - AORE/CURITIBA

Presidente: 2º Ten R/2 Inf Marcos Antonio Martins de Lima

19 - ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA - ACORE/VILA VELHA

Presidente: 2º Ten R/2 Inf Joelson da Silva Coelho

20 - ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA - AORE/FORTALEZA

Presidente: 2º Ten R/2 Inf Antonio Lúcio Sousa Freitas (interino)

"Patriotismo, União, Lealdade, Trabalho - Assim Atua a Reserva Atenta e Forte"

XVI ENCONTRO NACIONAL DE OFICIAIS DA RESERVA - BELÉM, DE 03 A 09 DE NOVEMBRO DE 2014

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