Associação dos Oficiais da Reserva do 

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Trate bem os fumantes. Eles vivem bem menos !!

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XVIII ENOREX. Será do dia 7 a 11 de novembro em Brasília.

Prezados colegas da AOR-EB.

Finalmente ficou definida a data do XVIII ENOREX. Será do dia 7 a 11 de novembro em Brasília.

Ao contrario de todos os ENOREX anteriores quando a abertura era a noite, este ano a abertura será as 09:00 horas da manhã.

Estará presente a esta abertura o Excelentíssimo Sr. GENERAL DE EXÉRCITO EDUARDO DIAS DA COSTA VILLAS BÔAS, Comandante do Exercito

 

  

Nesta data o General Vilas Bôas estará comemorando 65 anos de vida.

 

Nosso colega de Brasília 2º Ten R2 Inf Rômulo Jorge de Melo Nogueira, Presidente da Associação de Oficiais da Reserva do Exercito de Brasília, ASSOREX, deve estar preparando uma HOMENAGEM ao General Vilas Bôas pelo seu aniversário.

Será uma ótima oportunidade de estarmos próximo ao Maior Mandatário do Exercito.

 

Não perca esta oportunidade. Vamos todos a Brasília !!!

Como devemos estar prontos no local da abertura antes das 09:00 horas, viajaremos:

Data: Domingo dia 6/Novembro

Vôo: G3 1701

Saída: de Confins as 07:15 horas. 

(Nos vôos mais tarde, o preço é mais elevado, pois coinsidiria com o retorno deputados e funcionários do Congresso que foram visitar suas bases.)

 

Regressaremos  no  dia 13 de  novembro, domingo  no vôo  G3 1700         as 09:40 horas

 

https://tse1.mm.bing.net/th?&id=OIP.M517807108d6d4a5bcb84292188db70feo0&w=299&h=199&c=0&pid=1.9&rs=0&p=0

 

 

Ficaremos hospedados no GARVEY PARK HOTEL, no Setor Hoteleiro Norte próximo ao Conjunto Nacional.

 

Endereço:

Setor Hoteleiro Norte

Quadra  02 - Bloco J - Asa Norte, Brasília - DF,

CEP  70.702-909

Telefone: (61) 3329-8400

 

TARIFAS:

Parte aérea R$ 357,50 (trezentos cinqüenta sete reais cinqüenta centavos).

Para quem tem cartão de crédito este valor pode ser pago em 6 (seis) parcelas.   Para quem não tem cartão este valor deverá ser pago junto com a tarifa de hospedagem,

Todos os valores da parte aérea têm que ser definido até o dia 15 de outubro.

Hospedagem:

Apartamento single   R$ 1.310,00 (hum mil trezentos e dez reais)

Apartamento duplo  R$ 890,00 por pessoa (oitocentos noventa reais).

Solicito aos colegas interessados na viagem entre em contacto comigo o mais rápido possível. Tenho pouco tempo para definir a relação dos passageiros, com a Empresa Aérea, para garantir os esses preços baixos conseguidos.

Telefones de contato:

Fixo (31) 3568-9157   NET

         (31) 99781-8739  VIVO

         (31) 99365-4498   TIM

         (31) 98576-9142  OI

 E-mail  mauriciolt@uol.com.br

Um abraço a todos

Cel Maurício

 

reunião mensal 

 

Prezados Associados da AOR-EB, Oficiais R2, Alunos e Ex Alunos do CPOR e NPOR.

Convidamos todos os nossos associados, para nossa próxima reunião. Sempre realizada toda segunda "Segunda-Feira" de cada mês, a partir de 19:30 h, no Auditório do CPOR-BH, nesta segunda-feira, dia 10 de outubro de 2016,  nosso colega 2º Ten. R/2 Celso Penna Fernandes Júnior,, nos brindará com a palestra com o Tema:

“Como se configura o Estado Laico Brasileiro, origens do Estado Laico Moderno, e suas relações com a Sociedade(incluindo o Islamismo)”.

 

No encerramento às 21:00 h, será servido um lanche. O estacionamento é gratis, dentro do CPOR.

Contamos com sua presença.  Convide outros R/2. Precisamos aumentar a representatividade do R/2 na sociedade.

Favor confirmar sua presença com antecedência.

 

Atenciosamente,

 

2º TEN. R2 - Fernando Gonçalves CASTELO BRANCO - Presidente

AOR-EB - Associação dos Oficiais da Reserva do Exército Brasileiro

CEP:31.255-000 - Av. Marechal Esperidião Rosas,400 - B. São Francisco - BH.

fgcastelobranco@yahoo.com.br  /  cbranco@fiemg.com.br

 

A Associação AOR-EB doa regularmente gêneros alimentícios não perecíveis e materiais de higiene para entidade carente Instituição "Novo Céu" como forma de assistência e cidadania. 

DOAÇÃO DE ALIMENTOS  

 

Informamos que a Instituição "Novo Céu", no seu Projeto Assistencial, apresenta as seguintes necessidades mais prementes, para o momento: - Fita Micropori; - Fita crepe; Mucilon em lata ou o seu refil; Fraldas geriátricas nos diversos tamanhos, Luvas de procedimento tamanho "M"e Sabão em pó. Reiteramos Solicitação aos que puderem, levar para reuniões alguns destes donativos muito úteis, para serem encaminhados  a esta instituição.

 

PALESTRAS  

 

Desde o ano passado o nosso presidente tem-se preocupado em tornar nossas reuniões mais objetivas e atraentes com o convite de palestrantes de vários órgãos institucionais da Área Federal, no nosso Estado, para maior conhecimento, o que tem agradado aos que tem participado de nossas reuniões.

 

 

     

mensalidades   

Aproveitamos a oportunidade, para comunicar que, aqueles que o desejarem, poderão, como apoio as nossas atividades, pagar as mensalidades na AOR ou depositar NO BANCO, na conta da AOR.

 O valor da mensalidade é  de R$50,00

Mantenha a sua mensalidade em dia.

 

nova sede da aor-eb 

Prezados Oficiais R/2

Por oportuno lembramos, que em 2015 fomos  convidados para transferir nossa sede do antigo local para a Nova sede e novo local de reuniões, no CPOR de Belo Horizonte, na Pampulha), gentilmente cedida pelo comando do CPOR/BH.

AGORA, COM MAIS CONFORTO E SEGURANÇA.

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As novas multas DE TRÂNSITO já estão em vigor.  

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Proibido o uso de películas escuras. Multa: R$370.70 (Mais a retirada)

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Farol ou lanterna queimada. Multa: R$210.15 (Por lâmpada)

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Pneus ruins. Multa: R$760.65 (Por cada pneu ruim)

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Limpador de vidros. Multa: R$202.12

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Carro em estado ruim. Multa: R$3.340.89 (+Apreensão do veiculo)

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Fumar guiando.  Multa: R$193.70

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Não parar para pedestres andando ou não pela faixa. Multa: R$358.98

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Insultos entre motoristas flagrados por qualquer Agente de Trânsito. Multa: R$107.23

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Som alto, NÃO importando o horário.  Multa: R$69.73

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Rodas com aro maior ou menor que o fabricante do veículo.  Multa: R$278.66

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As Blitzs vão fazer a festa! Muita gente não sabe! Resolução CONTRAN N° 333 de 2009. Fica a dica!

Lembrando a todos - A partir de hoje , valendo em todo o Brasil, os novos valores reajustados das multas de trânsito:

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Ser flagrando falando ao celular. Multa: R$574,00

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Furar SINAL VERMELHO. Multa: foi de R$125,00 para R$780,00

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Ultrapassar em faixa continua ou local proibido agora Multa: é R$1.915,00
 

A MULTINHAS DE R$68,00 - R$85,00 e R$125,00   ACABOU !!!

AVISO AOS DESAVISADOS:   NOVAS REGRAS DO DETRAN:
A Carteira Nacional de Habilitação (CNH) só pode ser Renovada durante o prazo de no máximo 30 dias após o seu vencimento.
Se perdido este prazo, a CNH é automaticamente cancelada , e o condutor será obrigado a prestar todos os exames novamente: Psicotécnico, Legislação e o Exame de Rua, igualzinho a uma pessoa que nunca tirou CNH!!!

Tudo isto, sem se falar na multa para tirar novamente a CNH, que fica por volta de R$ 1.200,00, e demora,aproximadamente de 2 a 3 meses.

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O QUE OS GOVERNOS MILITARES FIZERAM PELO BRASIL - Sempre é bom lembrar   

O Golpe Militar de 1964 - (O dia que durou 21anos) O Envolvimento Americano

O Regime Militar no Brasil (40 anos depois).  

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A culpa é nossa !!           Nosso povo cantando o Hino Nacional Brasileiro   A falta que a educação faz !!        Clique 

Bolsa Família Funciona?   Assista e entenda. 

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Ecesse-nos também em:

 

 

www.facebook.com/groups/618439141600285/

AOR-EB Belo Horizonte

AOR-EB Belo Horizonte 

31 99164-5470

Secretaria 

Tel:    (31) 2511-6790    e    (31) 8259-1284 

e-mail:   Ten R/2 Freitas

Presidente 

 

e-mails:

 Ten R/2 Fernando Gonçalves Castelo Branco       ou

Ten R/2 Castelo Branco  (Yahoo)  

Tel: (31) 3275-3403    /     3263-4345 / 99952-2980

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COMUNICADO   

O Presidente do Conselho Nacional de Oficiais da Reserva, face aos últimos acontecimentos ligados à crise que vive a nação e diante de um suposto pronunciamento do presidente da Venezuela sobre o momento nacional, RESOLVE expedir o presente comunicado, cujo principal objetivo é estabelecer - e reiterar - as posições INSTITUCIONAIS do Sistema CNOR.

1 - O Estatuto Social do CNOR estabelece em seu art. 2º:

"Art. 2º - O CNOR é o órgão dirigente do Sistema que leva seu nome, composto pelas associações congregadas e responsável exclusivo pelo estabelecimento das normas gerais de ação e doutrinas aplicadas ao Sistema. Reger-se-á por este Estatuto, por seu Regimento Interno, por suas Normas Administrativas Complementares e pela legislação em vigor".

2 - Já o art. 4º do Estatuto dispõe:

"Art. 4º - No desenvolvimento de suas atividades, o Sistema CNOR não fará qualquer discriminação de raça, cor, gênero ou religião e observará os princípios da legalidade, ética, impessoabilidade, moralidade, publicidade, economicidade e da eficiência, não participando de qualquer manifestação de caráter político-partidário, sindical ou religioso, excetuando-se aquelas de simples confraternização" (grifo nosso).

3 - Assim, institucionalmente, o Sistema CNOR está impedido de participar das ações e procedimentos definidos no supramencionado art. 4º.

4 - Vale lembrar, entretanto, que tais restrições estatutárias não devem ser interpretadas como embaraço ao pleno exercício da cidadania, assegurado pela Constituição Federal. Ao reverso, no momento em que o país atravessa uma crise sem precedentes em sua história, é nosso dever, como brasileiros, participar, individualmente e sob o império da lei e da ordem, de quaisquer atos, manifestações e procedimentos em defesa de nossas convicções.

5 - No ensejo, manifestamos, por oportuno, o nosso REPÚDIO ao teor de uma suposta declaração do presidente da Venezuela sobre a situação brasileira, amplamente divulgada nas redes sociais e cujo texto abaixo transcrevemos:

Como se noticia em http://www.dn.pt/mundo/interior/nicolas-maduro-apela-a-solidariedade-mundial-com-lula-e-dilma-5083062.html , "o Presidente venezuelano afirma que o Brasil está sob uma ofensiva imperialista que pretende acabar com as forças progressivas e revolucionárias".

"O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, apelou hoje à solidariedade mundial para com a sua homóloga brasileira, Dilma Rousseff, e o ex-Presidente Lula da Silva perante o "golpe midiático-judicial" que estão a tentar contra eles".

"Levantemos a voz da solidariedade mundial com Dilma e Lula perante o golpe midiático-judicial no Brasil", escreveu Nicolás Maduro na sua conta no Twitter.

O Presidente da Venezuela considerou, ainda, que se trata de "uma ofensiva imperialista que pretende acabar com as forças progressivas e revolucionárias".

"Que o movimento popular e democrático da nossa América se levante para enfrentar o golpe no Brasil. É tempo de luta", escreveu Maduro."

6 - Tais manifestações, se verdadeiras, devem ser veementemente condenadas pelo povo e autoridades brasileiras, já que traduzem uma inaceitável tentativa de interferência estrangeira em assuntos internos do nosso país, agravada pelo ridículo e absurdo tom de ameaça nelas contidas. O senhor Nicolás Maduro deveria preocupar-se, prioritariamente, em devolver o progresso e a tranquilidade ao povo e à nação venezuelana, vitimados por um governo autoritário e incompetente.

7 - Finalmente, os Oficiais da Reserva que integram o Sistema CNOR - importante segmento da Reserva militar brasileira - reafirmam, renovam e reiteram o seu incondicional apoio aos nossos chefes militares e se declaram PRONTOS para, se necessário for, atuarem na forma e intensidade adequadas, em defesa da liberdade e da soberania do Brasil.

Rio de Janeiro, 18 de março de 2016

Sérgio Pinto Monteiro - 2º Ten R/2 Art

Presidente do Sistema CNOR

 

CNOR - CONSELHO NACIONAL DE OFICIAIS DA RESERVA (Fundado em 22 de Abril de 1997)

"RESERVA BRASILEIRA: GARANTIA DA SOBERANIA NACIONAL"

Sede Nacional: Rio de Janeiro (Quartel do CPOR/RJ) (antigo Conselho Nacional de Oficiais R/2 do Brasil)

Rio de Janeiro - São Paulo - Belo Horizonte - Recife - Petrópolis - Pelotas - Cuiabá - P. Grossa - Brasília

J. Pessoa - Maceió - Belém - Manaus - Curitiba - C. Grande - Vila Velha - Fortaleza - Joinville - Goiânia

Av. Brasil, 5292 - Rio de Janeiro (RJ) - CEP 21040-361 Tel. (21)2560-6584; (21)98187-1558

www.cnor.org.br    * cnor@cnor.org.br 

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Carteira de Identidade DA AOR-EB

Visando atender à solicitação de alguns colegas que estão pedindo a emissão da Carteira de Identidade da nossa Associação, pois as suas estão com a data de validade vencida, e visando atender também aqueles que ainda não a possuam e que queiram possuí-la, agora com validade indeterminada, favor nos enviar, por e-mail, os seguintes dados:

 
1) Nome completo e a filiação (nome dos pais);
2) Local e data de seu nascimento;
3) Arma ou Serviço do Curso realizado no CPOR;
4) Profissão atual;
5) Número da Carteira no Ministério do Exército ou da Defesa, para quem a tiver;
6) Tipo sanguíneo e fator RH;
7) Número da Carteira de Identidade civil;
8) Número do CPF.
 
Solicitamos ainda, os  respectivos e-mails para contato e os telefones fixos e celulares (com a indicação das operadoras) e também o endereço atualizado, e ano da formatura.
 É importante nos entregar uma foto recente no tamanho 3x4 para colocação na carteira e outra foto para colocação na nossa ficha de cadastro para aqueles que não a possuam na referida ficha. Seria desejável o pagamento prévio da taxa de R$ 20,00 para as despesas com a gráfica.
Já nos enviaram estes dados os colegas Artileu, Evandro Veiga, Eduardo Guerra, José Márcio e Caio Azevedo.

Aguardamos o envio destes dados, daqueles interessados.

 
Atenciosamente.
 
Wilson Freitas, Secretário

 

A Associação AOR-EB doa regularmente gêneros alimentícios não perecíveis para entidades carentes como forma de assistência e cidadania.

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General Villas Bôas: O Exército, legado e sagrado compromisso
 
 
 

General de Exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas
Comandante do Exército


Servir à Pátria é o sagrado compromisso dos integrantes do Exército Brasileiro. A adequada compreensão e a incondicional dedicação a essa nobre missão é o legado maior que nos deixou Luís Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, cuja sua vida é uma história de renúncia, coragem e patriotismo.

Chefe militar invicto e cidadão inatacável, tornou-se Patrono do Exército Brasileiro não apenas pela grandeza de suas conquistas na luta pela independência, na manutenção da integridade nacional ou nas campanhas do Prata, mas também pela visão de estadista com que cuidou da reconciliação dos brasileiros nas lutas fratricidas que pacificou, e pelo respeito e dignidade que dedicou àqueles que derrotou nos conflitos externos.

A trajetória deste grande general ensina aos soldados de todos os tempos que a grande e generosa nação que almejamos todos exige a permanente vigilância pela sua integridade e impõe a capacitação de suas Forças Armadas para garantir seus interesses e assegurar sua soberania.

À integridade territorial construída por Caxias seguiu-se a obra ainda por terminar da integração de todas as regiões do País à vida socioeconômica brasileira.

Nessa epopeia, ninguém superou Cândido Mariano da Silva Rondon, o marechal Rondon, militar e sertanista que no início do século passado desbravou os mais inóspitos sertões para unir o Brasil pelas linhas telegráficas, mapeou territórios selvagens e demarcou nossas fronteiras. Seu espírito humanista garantiu que as comunidades indígenas até então desconhecidas tivessem respeitadas suas culturas e sua integridade. Mato-grossense descendente de índios bororós e terenas, cunhou a frase imortal que foi sua divisa no trato com os silvícolas: “Morrer se preciso for, matar nunca”.

A continuidade desse esforço nos nossos dias pode ser vista no entusiasmante trabalho de nossos soldados que, longe de tudo e contra todas as dificuldades, representam o Estado brasileiro nos mais remotos pontos das nossas fronteiras, levando, juntamente com a nossa Bandeira, a mão amiga para socorrer aquelas longínquas populações.

Esse ideal de integração territorial, que outrora motivou portugueses a construírem mais de 60 fortes para rechaçarem as investidas de espanhóis, holandeses, ingleses e franceses, permanece vivo nos projetos estratégicos que hoje impulsionam o Exército para o futuro.

Com esse propósito a Força Terrestre conduz o arrojado Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), para ampliar o controle da nossa extensa faixa de fronteira, aliando recursos de alta tecnologia desenvolvidos por empresas nacionais à concepção que integra as ações das Forças Armadas com todos os órgãos responsáveis pela segurança pública e de fiscalização, nas três esferas do poder.

O Sisfron, apoiado numa extensa e sofisticada rede de sensores, interligados a sistemas de comando e controle, por sua vez conectados às unidades operacionais com capacidade de resposta em tempo real, permitirá um salto de qualidade e eficiência na melhoria da vigilância daqueles limites internacionais para o combate aos delitos transfronteiriços, a par de importantes benefícios sociais, como controle ambiental, informações climáticas, alerta e atuação em desastres naturais, educação, saúde e vigilância sanitária, entre outros.

A tradição vitoriosa herdada de Caxias prossegue inviolada até os nossos dias, honrada pelos pracinhas que há 70 anos cruzaram o Atlântico na gloriosa campanha da Força Expedicionária Brasileira em campos italianos, pelos milhares de soldados que desde 1948 cooperam para a paz mundial nas missões das Nações Unidas ou da Organização dos Estados Americanos e por aqueles que devolvem a cidadania usurpada aos moradores de comunidades antes dominadas por organizações criminosas.

Esse cidadão fardado, o seu Soldado, que representa a força da nossa Força, sustentado por valores culturais, morais e éticos cultuados pelo povo a que serve e protege, pavimenta o sólido percurso que permite à instituição gozar de elevados níveis de confiabilidade perante a sociedade.

Dessa forma, o Exército faz-se presente no cotidiano da nossa gente, com responsabilidade e competência, atuando em resposta às demandas conjunturais que lhe exigem a presença, como na condução da Operação Pipa, na pacificação dos complexos do Alemão e da Maré, no socorro à população diante das calamidades, no combate à dengue e nos eventos de singular importância e de visibilidade internacional, como a visita do papa na Jornada Mundial da Juventude, a Copa do Mundo e, no próximo ano, a Olimpíada.

O Exército de Caxias, fiel ao que preceitua o artigo142 da Constituição federal, é o instrumento capacitado, juntamente com a Marinha de Tamandaré e a Força Aérea de Eduardo Gomes, a garantir a normalidade do ambiente propício ao desenvolvimento, no qual a verdadeira democracia, despojada de adjetivos ou condicionantes, e a visão generosa dos homens e das mulheres de bem em torno da prevalência dos interesses nacionais criem o ambiente de oportunidades que induzirá a prosperidade que tanto perseguimos.

A ação do Exército foi, é e sempre será orientada para a defesa de nossa soberania e da sociedade a que servimos, pela manutenção da integridade territorial e garantia da estabilidade social, na senda da legitimidade que o respeito à legalidade conquista.

Em breve retorno aos feitos de Caxias, constatamos que o Exército Brasileiro mantém a sua missão constitucional como farol, fiel ao sagrado compromisso com a Pátria, sempre ao lado da sociedade e em perfeita harmonia com os valores que caracterizam desde sempre a instituição.

A América Latina

(Palavras do Presidente Oscar Arias da Costa Rica na Cúpula das Américas em Trinidad e Tobago, 18 de abril de 2009)

"Tenho a impressão de que cada vez que os países caribenhos e latino-americanos se reúnem com o presidente dos Estados Unidos da América, é para pedir-lhe coisas ou para reclamar coisas.

Quase sempre, é para culpar os Estados Unidos de nossos males passados, presentes e futuros. Não creio que isso seja de todo justo.

Não podemos esquecer que a América Latina teve universidades antes de que os Estados Unidos criassem Harvard e William & Mary, que são as primeiras universidades desse país.

Não podemos esquecer que nesse continente, como no mundo inteiro, pelo menos até 1750 todos os americanos eram mais ou menos iguais: todos eram pobres.
Ao aparecer a Revolução Industrial na Inglaterra, outros países sobem nesse vagão:
Alemanha, França, Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e aqui a Revolução Industrial passou pela América Latina como um cometa, e não nos demos conta.
Certamente perdemos a oportunidade.

Há também uma diferença muito grande.
Lendo a história da América Latina, comparada com a história dos Estados Unidos, compreende-se que a América Latina não teve um John Winthrop espanhol, nem português, que viesse com a Bíblia em sua mão disposto a construir uma Cidade sobre uma Colina, uma cidade que brilhasse, como foi a pretensão dos peregrinos que chegaram aos Estados Unidos.
Faz 50 anos, o México era mais rico que Portugal. Em 1950, um país como o Brasil tinha uma renda per capita mais elevada que o da Coréia do Sul.  Faz 60 anos, Honduras tinha mais riqueza per capita que Cingapura, e hoje Cingapura em questão de 35 a 40 anos é um país com $40.000 de renda anual por  habitante.
Bem, algo nós fizemos mal, os latino-americanos.
Que fizemos errado?
Nem posso enumerar todas as coisas que fizemos mal. Para começar, temos uma escolaridade de 7 anos. Essa é a escolaridade média da América Latina e não é o caso da maioria dos países asiáticos.
 
Certamente não é o caso de países como Estados Unidos e Canadá, com a melhor educação do mundo, similar a dos europeus. De cada 10 estudantes que ingressam no nível secundário na América Latina, em alguns países, só um termina esse nível secundário. Há países que têm uma mortalidade infantil de 50 crianças por cada mil, quando a média nos países asiáticos mais avançados é de 8, 9 ou 10.
Nós temos países onde a carga tributária é de 12% do produto interno bruto e não é responsabilidade de ninguém, exceto nossa, que não cobremos dinheiro das pessoas mais ricas dos nossos países.

 

Ninguém tem a culpa disso, a não ser nós mesmos. Em 1950, cada cidadão norte-americano era 4 vezes mais rico que um cidadão latino-americano.
Hoje em dia, um cidadão norte-americano é 10, 15 ou 20 vezes mais rico que um latino-americano. Isso não é culpa dos Estados Unidos, é culpa nossa.
No meu pronunciamento desta manhã, me referi a um fato que para mim é grotesco e que somente demonstra que o sistema de valores do século XX, que parece ser o que estamos pondo em prática também no século XXI, é um sistema de valores equivocado.
Porque não pode ser que o mundo rico dedique 100 bilhões de dólares para aliviar a pobreza dos 80% da população do mundo "num planeta que tem 2,5 bilhões de seres humanos com uma renda de $2 por dia" e que gaste 13 vezes mais ($1.300.000.000.000) em armas e soldados.
*Como disse esta manhã, não pode ser que a América Latina gaste $50 bilhões em armas e soldados.
Eu me pergunto: quem é o nosso inimigo?

 

Nosso inimigo, presidente Correa, desta desigualdade que o Sr. aponta com muita razão, é a falta de educação; é o analfabetismo; é que não gastamos na saúde de nosso povo; gastamos em funcionários públicos. Que não criamos a infra-estrutura necessária, os caminhos, as estradas, os portos, os aeroportos; que não estamos dedicando os recursos necessários para deter a degradação do meio ambiente; é a desigualdade que temos que nos envergonhar realmente; é produto, entre muitas outras coisas, certamente, de que não estamos educando nossos filhos e nossas filhas.
Vá alguém a uma universidade latino-americana e parece no entanto que estamos nos sessenta, setenta ou oitenta.
Parece que nos esquecemos de que em 9 de novembro de 1989 aconteceu algo de muito importante, ao cair o Muro de Berlim, e que o mundo mudou.
 
Temos que aceitar que este é um mundo diferente, e nisso francamente penso que os acadêmicos, que toda gente pensante, que todos os economistas, que todos os historiadores, quase concordam que o século XXI é um século dos asiáticos não dos latino-americanos.
 
E eu, lamentavelmente, concordo com eles. Porque enquanto nós continuamos discutindo sobre ideologias, continuamos discutindo sobre todos os "ismos" (qual é o melhor? capitalismo, socialismo, comunismo, liberalismo, neoliberalismo, socialcristianismo...), os asiáticos encontraram um "ismo" muito realista para o século XXI e o final do século XX,
que é o *pragmatismo*.
 
Para só citar um exemplo, recordemos que quando Deng Xiaoping visitou Cingapura e a Coréia do Sul, depois de ter-se dado conta de que seus próprios  vizinhos estavam enriquecendo de uma maneira muito acelerada, regressou a Pequim e disse aos velhos camaradas maoístas que o haviam acompanhado na Grande Marcha:
 
"Bem, a verdade, queridos camaradas, é que a mim não importa se o gato é branco ou negro, só o que me interessa é que cace ratos".
 
E se Mao estivesse vivo, teria morrido de novo quando disse que "a verdade é que enriquecer é glorioso".
E enquanto os chineses fazem isso, e desde 1979 até hoje crescem a 11%, 12% ou 13%, e tiraram 300 milhões de habitantes da pobreza, nós continuamos discutindo sobre ideologias que devíamos ter enterrado há muito tempo atrás.

 

A boa notícia é que isto Deng Xiaoping o conseguiu quando tinha 74 anos.
Olhando em volta, queridos presidentes, não vejo ninguém que esteja perto dos 74 anos.
Por isso só lhes peço que não esperemos completá-los para fazer as mudanças que temos que fazer.

Muchas gracias."
(Oscar Arias -  Presidente da Costa Rica)

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Revolução democrática na Islândia  O Início.    

Revolução democrática na Islândia  Como transcorreu e encerrou a revolução !!!  

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No Brasil, paciente com infecção generalizada morre em 56% dos casos.Clique e previna-se !!!

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Como Hitler fugiu e onde viveu no pós guerra

Somente a Russia sabe do final de Hitler, pois foram os primeiros a entrar me Berlim, somente depois os americanos foram autorizados a entrar. Este fime documentário mostra que se não foram presos secretamente pela Russia, Hitler e Eva Braun fugiram de avião com a piloto Hanna Rich até a Noruega, depois seguiu com 2 submarinos até a Patagônia Argentina e viveu e morreu em Bariloche (colonia Alemã). Os submarinos e sua tripulação foram entregues aos USA pela Argentina. Antes, Hitler tentou negociar sua fuga com os aliados em troca dos conhecimentos científicos, para impedir o domínio da Russia em toda a Europa. A divisão dos cientistas alemães entre a Rússia e os EUA deu-se o início da corrida armamentista entre os "meus e o seus cientistas", (WERNER VON BRAUN E MAIS 500 CIENTISTAS) pois, quem desenvolvesse mais rápido a bomba atômica dominaria o mundo.

Conspiração de Hitler para dominação a América Latina (Brasil, Chile e Argentina e reação Americana)   

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Em 14 de fevereiro de 1946 o exército americano construiu uma máquina para calcular a TRAGETÓRIA DE MÍSSEIS chamada de ENIAC, reduzindo o cálculo manual de  12 horas para 30 segundos. Quando ligavam a máquina, a energia consumida provocava uma queda de energia na Filadelfia-USA. A máquina possuia 17 mil válvulas e 70 mil resistores e 5 milhões de pontos de solda, medindo 30 metros de comprimento por 2,4 metros de altura, pesando e 30 toneladas. Na inauguração batizaram a máquina com  o nome de COMPUTADOR !!!!!   As vezes marimposas e outros bichinhos entravam entre as válvulas - o que fazia que a máquia travasse. Dai a expreção BUG (inseto em inglês)

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A voz do dono - O dono da voz  

Um dos empresários mais influentes do País, Benjamin Steinbruch, controlador da CSN e president

e da Fiesp, dispara publicamente contra o governo em plena corrida eleitoral e incendeia o debate em torno da gravidade da situação econômica

 

15/08/2014 20:00

bullet// Por: Hugo Cilo e Gabriel Baldocchi

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Benjamin Steinbruch, presidente da CSN e da Fiesp: “As medidas são urgentes. O custo Brasil não nos permite competir. Hoje em dia, só louco investe no Brasil”/“Nunca vi, em ano de eleição, perspectiva de recessão tão forte como temos agora. A situação está difícil, crítica”/ “A esperança era de que a economia estivesse mais aquecida, mas temos um risco iminente de desemprego e falta de perspectiva dos negócios”

Benjamin Steinbruch, presidente da CSN e da Fiesp: “As medidas são urgentes. O custo Brasil não nos permite competir. Hoje em dia, só louco investe no Brasil” / “Nunca vi, em ano de eleição, perspectiva de recessão tão forte como temos aBenjamin Steinbruch, presidente da CSN e da Fiesp: “As medidas são urgentes. O custo Brasil não nos permite competir. Hoje em dia, só louco investe no Brasil”/“Nunca vi, em ano de eleição, perspectiva de recessão tão forte como temos agora. A situação está difícil, crítica”/ “A esperança era de que a economia estivesse mais aquecida, mas temos um risco iminente de desemprego e falta de perspectiva dos negócios” ( foto: Murillo Constantino)

“Houve um tempo em que a imponente pirâmide da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na avenida Paulista, se fazia ouvir no Palácio do Planalto e ajudava a ditar os rumos da política econômica do País, particularmente no período do chamado “milagre econômico” durante o regime militar. Houve. Com a redemocratização dos anos 1980, a Fiesp perdeu sua interlocução junto ao governo central, tornando-se uma entidade de pouca relevância no cenário nacional. Essa situação começou a se reverter nos últimos anos, quando os líderes da indústria paulista encamparam movimentos de redução da carga tributária e dos juros, entre outras bandeiras para reduzir o famigerado Custo Brasil.

Na semana passada, o antigo protagonismo voltou a se manifestar vigorosamente. Na terça-feira 12, o empresário Benjamin Steinbruch, controlador da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e presidente da Fiesp há menos de três meses, em substituição ao titular, Paulo Skaf (que se afastou para concorrer ao governo de São Paulo), fez ecoar os clamores da indústria com uma declaração incômoda, um verdadeiro libelo dirigido ao governo Dilma. O industrial usou poucas palavras para tentar resumir o significado dos números da economia divulgados nos últimos meses: “Só um louco investe no Brasil”, afirmou, em um evento do setor de siderurgia, em São Paulo.

Steinbruch é conhecido por seu estilo rompedor e por conduzir seus negócios com mãos de ferro. Com sua polêmica apresentação, entrou para um restrito grupo de grandes empresários que trouxeram a público as críticas feitas com frequência nos bastidores. “A esperança era de que a economia estivesse mais aquecida, mas temos um risco iminente de desemprego e falta de perspectiva dos negócios”, disse ele. Não por acaso, a declaração coincidiu com uma pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV) que revelou um recorde de pessimismo sobre a confiança na economia brasileira.

O levantamento mostrou que o clima econômico do País é o pior desde 1991, quando o País vivia os efeitos do confisco do presidente Fernando Collor. O mau humor é maior até que na Argentina, que enfrenta uma grave crise econômica e acaba de dar um calote técnico em sua dívida externa. Entre as nações mais importantes da América Latina, o Brasil só fica à frente da Venezuela. Aos poucos, os dados vão desenhando um cenário de ano perdido para 2014 e já sinalizam os piores 12 meses da gestão de Dilma Rousseff. Em meio ao quadro geral de desaceleração e descontentamento, Steinbruch integra o grupo que mais razões tem para reclamar.

A indústria é o setor mais afetado pela letargia econômica e começou a demitir. “Realmente, é preciso pensar duas vezes antes de fazer investimentos aqui. Dá muita dor de cabeça”, diz Humberto Barbato, presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica. “Há muitos outros lugares no mundo com maior vocação industrial.” Os números são desanimadores. A produção industrial acumula quatro meses consecutivos de queda e a previsão é de que termine o ano com retração de 1,5%. Só em São Paulo, mais de 15 mil trabalhadores já foram demitidos este ano, pior resultado desde 2009.

O varejo também vem decepcionando. Em junho, recuou 0,3% e contrariou as expectativas dos economistas de uma alta moderada. Há, ainda, o risco de que a divulgação do PIB do segundo trimestre, no final deste mês, exiba um quadro de recessão técnica, com dois períodos seguidos de retração. Esse quadro ganhou força após o Banco Central (BC) divulgar, na sexta-feira 15, que o seu indicador antecedente do PIB, conhecido como IBC-Br, caiu 1,2%, no período de abril a junho, em relação ao trimestre anterior.

Duas semanas antes, o presidente do BC, Alexandre Tombini, em discurso no Senado, questionara o pessimismo generalizado. “Que crise é essa se estamos no menor nível de desemprego na economia brasileira de todos os tempos?”, disse Tombini. As estatísticas negativas respondem. A Tendências Consultoria prevê uma queda de 0,4% na atividade, no período de abril a junho, e considera possível uma revisão no dado do primeiro trimestre, de alta de 0,2% para retração de 0,1%. Embora tímido, o dado confirmaria uma recessão técnica. Para o ano, a previsão média do mercado é de um pibinho de 0,8%.

Todos esses indicadores ajudam a sustentar o discurso apocalíptico de Steinbruch, que disse que o Brasil nunca vivenciou um ano eleitoral em que a expectativa fosse de recessão. “Estamos rifando a indústria de transformação e nos empurrando para ser um País colônia”, alerta Carlos Pastoriza, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas (Abimaq). “Fundamentalmente, Steinbruch está certo”, afirma Fernando Figueiredo, presidente da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim). “Na indústria química, como não há loucos, também não há investimentos.”

O governo reagiu à altura. Irritado, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou à DINHEIRO que “loucura é não investir no Brasil”. “Uma loucura é não aproveitar as oportunidades que são apresentadas na economia brasileira”, disse Mantega, destacando o elevado volume de investimentos estrangeiros no País. Até o final deste ano, os investimentos estrangeiros devem somar US$ 63 bilhões no País. Porém, a maior parte está indo para o setor de serviços e não para a indústria (leia a reportagem AQUI). O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, ressalta que o problema é o tamanho do binóculo utilizado para avaliar o País.

“Ele (Steinbruch) está muito focado no curtíssimo prazo”, disse. Antes do presidente da CSN, a crítica aberta mais contundente feita por um industrial de peso havia sido expressada, em fevereiro, por Pedro Passos, fundador da Natura e presidente do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi). Passos reclamou da falta de direção na economia e enfatizou o fim da confiança no governo. O Palácio do Planalto rebateu as declarações, considerando-as eleitoreiras, e Passos acabou isolado no meio empresarial.

Outra voz relevante foi a do empresário Jorge Gerdau, presidente do conselho de administração do Grupo Gerdau. O industrial, um dos interlocutores da presidenta, criticou, em março, o elevado número de ministérios e classificou de “burrice” a criação de mais pastas. Períodos eleitorais costumam contaminar o debate econômico, especialmente quando a classe empresarial apoia em massa a candidatura do oposicionista Aécio Neves (PSDB) e deseja o fim do governo de 12 anos da aliança PT/PMDB, que rendeu bons negócios às empresas com a expansão da classe média e do consumo.

Para o professor de economia da Unicamp André Biancarelli, as palavras de Steinbruch e a intensa degradação nos níveis de confiança revelam um pessimismo exagerado, como tem dito a presidenta Dilma. “Fala-se muito da taxa de inflação, que não está tão baixa, mas que está bem abaixo do que já foi no passado. A situação conjuntural não é boa, mas as perspectivas para a frente não autorizam uma comparação com a Argentina”, diz ele. Pode ser. Mas o fato é que há algo de podre no reino do Brasil, com ou sem eleições à vista. Sempre haverá loucos para investir no País, mas isso não quer dizer que está tudo bem.

Tome-se, por exemplo, o anúncio feito pela presidente mundial da GM, Mary Barra, em Brasília. Em visita ao País, na semana passada, ela contou à presidenta Dilma que irá investir R$ 6,5 bilhões na subsidiária local nos próximos cinco anos. “Existem desafios, sim, mas precisamos trabalhar para superá-los”, disse a executiva à DINHEIRO, na sexta-feira 15. A GM precisa investir para manter os negócios no Brasil, um de seus principais mercados, que não vão nada bem.

Há poucas semanas, a montadora iniciou negociaçoes com sindicalistas para suspender o contrato de trabalho (lay-off) de cerca de mil funcionários em São José dos Campos (SP), em decorrência da queda nas vendas. “O nosso compromisso deve ser de longo prazo, por isso vamos continuar investindo”, afirmou Mary. Sábia decisão. Para o CEO da concorrente Chery Motors no Brasil, Luis Curi, o Brasil é “muito maior que esses problemas pontuais”. Ele, porém, enfatiza que as questões a serem resolvidas têm de ser colocadas em discussão desde já, como fez Steinbruch. “É importante ressaltar os pontos negativos para que as correções sejam feitas.”

EXPECTATIVAS O que move qualquer economia no mundo são as expectativas de empresários, investidores e consumidores. Por isso, a grita dos industriais não pode ser menosprezada pelo governo. A analista da Tendências Consultoria, Alessandra Ribeiro, enxerga fundamentos sólidos nas críticas dos empresários brasileiros. “Não há exagero. A atividade econômica tem se mostrado muito pior do que o esperado”, diz ela. “Está conseguindo ficar pior do que em 2012, quando cresceu 1%, e não há sinal de grande mudança no horizonte.”

O nível de confiança é uma medida objetiva e tem de ser levado a sério. “Muita gente tem a impressão de que é um negócio abstrato. Não é. Se não tiver estoque na fábrica, pode falar o que quiser que a confiança fica elevada. Se começa a dar férias coletivas e demitir, diminui a confiança”, diz Figueiredo, da Abiquim. E o pessimismo, na economia, tem efeito de bola de neve, alerta o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Material de Construção (Abramat), Walter Cover: “As pessoas estão com medo de perder o emprego e isso pode emperrar reformas caseiras”.

De todo modo, é preciso dialogar mais e brigar menos. “Temos de buscar o equilíbrio na economia. Afinal os problemas do Brasil não são causados por quem produz”, diz Claudio Bernardes, presidente do Secovi-SP. Em duas ocasiões, os candidatos Dilma, Aécio e Eduardo Campos, que faleceu num trágico acidente na semana passada (leia reportagem aqui), se reuniram com grupos de empresários do campo e da indústria, em Brasília, para ouvir as demandas dos setores para o próximo governo e apresentar suas propostas.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI), presidida por Robson Andrade, reuniu em uma coleção de 42 cadernos os principais pleitos, com orientações sobre medidas para melhorar a educação, avançar na área tributária e no comércio exterior. No evento da entidade, realizado no fim de julho, a presidenta Dilma deixou escapar seu descontentamento com o desânimo dos empresários ao afirmar que as “expectativas negativas bloqueiam as soluções e as realizações”. Com negócios nos setores da construção civil, infraestrutura, energia e mercado financeiro, o presidente do Grupo J. Malucelli, Alexandre Malucelli, acredita que essa situação não mude no curto prazo.

“O Brasil está parado à espera dos resultados das urnas, em outubro”, afirma. Pior para todos. A relação de Dilma com empresários se deteriorou aos poucos, ao longo de seu mandato. Além da queixa recorrente da falta de diálogo, o setor privado apontou ao menos três episódios de atrito agudo. Primeiro, foi a questão dos juros, que desagradou ao setor financeiro. O governo pressionou os bancos privados a reduzir as taxas cobradas nos empréstimos usando a Caixa e o Banco do Brasil, que deram a largada para a diminuição dos custos.

A redução das taxas foi efêmera, por conta da inflação persistente na casa dos 6,5% ao ano. Depois veio o corte na tarifa de luz, uma ambição pessoal de Dilma – e uma bandeira da Fiesp –, a partir da nova regulação do setor, o que prejudicou as empresas de energia na bolsa. Houve também a dura negociação sobre as taxas de retorno, esperadas nos projetos de concessão de infraestrutura, que depois foram revistas para cima. Mais à frente, acrescentaram-se ainda ao caldo do azedume a onda de manifestações que tomaram as ruas das capitais e um rebaixamento da nota de risco do País.

Os ruídos na relação do governo com a iniciativa privada ecoam com força no mercado financeiro toda vez que uma nova pesquisa eleitoral é publicada. Quando a candidata do PT sobe nas preferências do eleitor, o índice de ações da Bolsa cai. Quando ocorre o contrário, as cotações disparam, lideradas especialmente pelas estatais Petrobras e Banco do Brasil, também usadas como instrumento de gestão do governo. Para reverter essa situação, Dilma tomou algumas iniciativas para romper seu isolamento.

Participou do Fórum Econômico Mundial, em Davos, no início do ano, onde enfatizou temas como o compromisso fiscal e o combate à inflação, além do câmbio flutuante. Depois disso, a presidenta convidou empresários para duas reuniões em Brasília. Na primeira, ouviu os pleitos da indústria. Duas semanas depois, convocou um novo encontro com soluções para o grupo. Apelidado de “pacotinho” na época, o conjunto de medidas, que reeditou normas como o Reintegra (compensação tributária nas exportações) e redução de IPI, pouco influenciou na trajetória declinante da produção no ano.

Com a Copa do Mundo, caíram as vendas no comércio e muitas fábricas concederam férias coletivas aos trabalhadores. Steinbruch defende que as mudanças têm de ser feitas mais cedo do que mais tarde. “Medidas paliativas não adiantam. Eu só acredito em uma solução se houver algo muito diferente para solucionar nossos problemas. Só algo agressivo para arrumar essas distorções”. O setor de siderurgia ressente-se, ainda, de um complicador externo que agrava os problemas enfrentados internamente: um excedente de capacidade global de até 600 milhões de toneladas de aço.

O Instituto Aço Brasil, que representa as siderúrgicas, revisou nesta semana a expectativa de produção para o ano e agora prevê queda de 2,5%, ante projeção anterior de alta de 5,2%, em abril. André Gerdau, presidente do Grupo Gerdau, classifica o período como “difícil” para a siderurgia nacional. As companhias do setor sofrem com o corte na produção das montadoras. Como os números demonstram, Steinbruch tem razão para reclamar. O que não significa que o próximo governo, que será eleito (ou reeleito) em outubro, não possa virar o jogo e tornar o Brasil novamente atraente, inclusive para os “loucos”.

 

Colaboraram: Rodrigo Caetano, Denize Bacoccina, Fabrício Bernardes e Rosenildo Gomes Ferreira

 

 

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           “Patriotismo, União, Lealdade, Trabalho - Assim Atua a Reserva Atenta e Forte”

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Contraste Brasil: Esgoto a céu aberto x elite acomodada

 

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"Conspira contra a sua própria grandeza o povo que não cultiva seus feitos heroicos"  (Museu da FEB-RJ)  

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Círculo vicioso dificulta melhoria no transporte público

Pesquisa do Ipea revela que passagens do transporte público tiveram aumento acima da inflação. Como consequência, demanda teve queda de 25%, o que gera tendência a novos aumentos

Agência Brasil   Publicação: 04/07/2013 14:58 Atualização: 04/07/2013 15:39

   
Má qualidade do serviço desestimula o uso do transporte coletivo

O valor das passagens de ônibus subiu em nível 65% superior ao da inflação entre 2000 e 2012, acima do custo de automóveis particulares e da gasolina. Com isso, a demanda por transporte público registrou queda de 25%, em comparação com os anos 90, gerando um círculo vicioso que favorece, novamente, o aumento das tarifas.

 Esta foi uma das conclusões de nota técnica divulgada nesta quinta-feira (4) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). “O congestionamento urbano também acaba aumentando em 20% [e 25% no caso de São Paulo] os custos do transporte público e, consequentemente, o preço da tarifa. E quanto mais aumenta o preço (do transporte público) menos [esse tipo de transporte] é usado, gerando, então, nova necessidade de se aumentar o preço. 0 o aumento do custo não vem acompanhado de uma melhora da qualidade, o que também desestimula seu uso”, disse o pesquisador do Ipea Carlos Henrique Ribeiro.

Segundo ele, o aumento da renda das famílias também pode ser considerado negativo para o transporte público, uma vez que ele veio associado a mais investimentos em transportes privados e, consequentemente, em maiores congestionamentos urbanos. “É um círculo vicioso”, conclui o pesquisador, que aponta o oligopólio do setor como outro fator que influencia o aumento das tarifas acima do índice de inflação.

 Ele explica que, em regra geral, o custo do transporte é 100% coberto pelas tarifas cobradas dos usuários, diferentemente do que ocorre em outros países. Com isso, a conta acaba sendo paga exclusivamente pelas camadas mais pobres da população, principais usuários do sistema de transporte público.

 “Isso resulta também em 'imobilidade', já que, entre os 10% mais pobres da população, 30% das famílias não gastam absolutamente nada com transporte público”, argumentou Ribeiro.

 Para contribuir com horizontes que estimulem o uso e a qualidade do transporte público, a pesquisa sugere a cobrança de tributos sobre usuários e proprietários de automóveis, sobre o setor produtivo (por serem beneficiados a partir do deslocamento de seus funcionários ao trabalho) e pelos proprietários de imóveis e comércios valorizados pela proximidade com estruturas de transporte público.

 “No caso dos usuários de automóveis, sugerimos uma maior taxação de combustíveis, de vias sujeitas a congestionamentos e de estacionamentos. Aos proprietários, [sugerimos] tributos incidentes sobre a comercialização e propriedade desses veículos. Nesse caso, há que se ter certo cuidado porque a indústria do automóvel responde por 20% do PIB nacional. Não seria interessante, portanto, sobrecarregar na aquisição, e, sim, focar nas alternativas relacionadas ao uso intensivo do automóvel”, disse o pesquisador do Ipea.

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ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA DO DIA 10/06/2013 – (CIRCULO MILITAR)

O nosso Presidente Fernando Castelo Branco, abriu a seção com o canto do Hino Nacional, agradecendo a presença de todos, enaltecendo inclusive  o sacrifício que fazem  SEMPRE os presentes,  pois a mobilização de todos está muito ligada ao transtorno natural causado pela grande quantidade de veículos  existentes em nossa Capital.

Foi mencionado a reunião do CNOR em São Paulo com a participação efetiva  das demais (18) diretorias  subordinadas ao CNOR, o porque da mudança de regras dos direitos dos R2  conf. Constituição - Federal  - E1, que alterou algumas vantagens  que possibilitavam aos R2, uma sequencia na Carreira Militar. Verificar art.142- da Constituição Federal 1988. Clique.

Também foi  comunicado a todos, o pedido do Ten Monteiro- Presidente do CNOR – para que todos adquirissem os uniformes  aprovados  pelo Exército- o VERDÃO e o VERDINHO.

Também foi levado ao conhecimento de alguns  Oficiais  Generais, sobre  o uso do (Blusão) camuflado e preto (2 faces) em dias de baixa temperatura, assim definidos seu uso:

Blusão na face preta, quando  usarmos o verdinho – Blusão Camuflado –quando usarmos a  camiseta camuflada.

As carteira de Identificação  das Associações, serão padronizadas, expedidas pelo CNOR- R.J

Haverá uma central de Cadastro de oportunidade de emprego para os R2, mediante currículos a serem enviados pelos associados. (Detalhes informaremos no próximo mês)

Foi formada uma comissão em São Paulo/Rio de Janeiro – para a implantação do Sistema de informação visual utilizando o  SKYPE.

Informaram O EXÉRCITO BRASILEIRO – tem cadastrados os R/2 somente os últimos 5 anos de formatura, referentes aos alunos que passaram pelos CPORs  em todo o Brasil; haverá brevemente um cadastro Nacional que será  feito pelo DGP – e pelas associações, sob orientações do CNOR.

O presidente Castelo Branco, agradeceu a todos pelas mensalidades em dia, pois somente com esta receita, poderemos cobrir os custos de manutenção  da Secretaria da AOR-EB nos seu  pleno funcionamento.

Uma pergunta importante foi feita no Encontro de Diretoria em São Paulo: "O QUE FAZER PARA AS ASSOCIAÇÕES CRESCEREM”?

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IMPOSTOS NO BRASIL      

A culpa é de todos nós, FALTA UNIÃO para tirar os políticos que ai estão....

"O Brasil tem uma das maiores cargas tributárias do mundo"

 

Os 10 países que têm impostos mais baixos - onde Menos se trabalha em um ano para pagar impostos (2011).

1.  Maldivas: 0 hs
2.  Emirados Árabes :
12 hs
3.  Bahrein:
36 hs
4.  Qatar:
36 hs
5.  Bahamas:
58 hs
6.  Luxemburgo:
59 horas
7.  Omã:
62 hs
8.  Suíça:
63 hs
9.  Irlanda:
76 hs
10 Seicheles:
76 hs

Os 10 países que têm impostos mais altos - onde Mais se trabalha em um ano para pagar impostos (2011):

1
. Brasil: 2.600 hs (5 Meses)!!!
2. Bolívia:
1.080 hs
3. Vietnã:
941 hs
4. Nigéria:
938 hs
5. Venezuela:
864 hs
6. Bielorrússia:
798 hs
7. Chade:
732 hs
8. Mauritânia:
696 hs
9. Senegal:
666 hs
10 Ucrânia:
657 hs
Fonte: Banco Mundial (Doing Business 2011)

Confira !!!

 PRODUTO / SERVIÇO

 % Tributos no preço final

Passagens aéreas

8,65%

Transporte Aéreo de Cargas

8,65%

Transporte Rod. Interestadual Passageiros

16,65%

Transporte Rod. Interestadual Cargas

21,65%

Transp. Urbano Passag. - Metropolitano

22,98%

Vassoura

26,25%

CONTA DE ÁGUA

29,83%

Mesa de Madeira

30,57%

Cadeira de Madeira

30,57%

Armário de Madeira

30,57%

Cama de Madeira

30,57%

Sofá de Madeira/plástico

34,50%

Bicicleta

34,50%

Tapete

34,50%

MEDICAMENTOS

36%

Motocicleta de até 125 cc

44,40%

CONTA DE LUZ

45,81%

CONTA DE TELEFONE

47,87%

Motocicleta acima de 125 cc

49,78%

Gasolina

57,03%

Cigarro

81,68%

PRODUTOS ALIMENTÍCIOS BÁSICOS

Carne bovina

18,63%

Frango

17,91%

Peixe

18,02%

Sal

29,48%

Trigo

34,47%

Arroz

18,00%

Óleo de soja

37,18%

Farinha

34,47%

Feijão

18,00%

Açúcar

40,40 %

Leite

33,63%

Café

36,52%

Macarrão

35,20%

Margarina

37,18%

Margarina

37,18%

Molho de tomate

36,66%

Ervilha

35,86%

Milho Verde

37,37%

Biscoito

38,50 %

Chocolate

32,00%

Achocolatado

37,84%

Ovos

21,79%

Frutas

22,98%

Álcool

43,28%

Detergente

40,50%

Saponáceo

40,50%

Sabão em barra

40,50%

Sabão em pó

42,27%

Desinfetante

37,84%

Água sanitária

37,84%

Esponja de aço

44,35%

PRODUTOS BÁSICOS DE HIGIENE

Sabonete

42%

Xampu

52,35%

Condicionador

47,01%

Desodorante

47,25%

Aparelho de barbear

41,98%

Papel Higiênico

40,50%

Pasta de Dente

42,00%

MATERIAL ESCOLAR

Caneta

48,69%

Lápis

36,19%

Borracha

44,39%

Estojo

41,53%

Pastas plásticas

41,17%

Agenda

44,39%

Papel sulfite

38,97%

Livros

13,18%

Papel

38,97%

Agenda

44,39%

Mochilas

40,82%

Régua

45,85%

Pincel

36,90%

Tinta plástica

37,42%

BEBIDAS

Refresco em pó

38,32%

Suco

37,84%

Água

45,11%

Cerveja

56,00%

Cachaça

83,07%

Refrigerante

47,00%

CD

47,25%

DVD

51,59%

Brinquedos

41,98%

Pratos

44,76%

Copos

45,60%

Garrafa térmica

43,16%

Talheres

42,70%

Panelas

44,47%

PRODUTOS DE CAMA, MESA E BANHO

Toalhas - (mesa e banho)

36,33%

Lençol

37,51%

Travesseiro

36,00%

Cobertor

37,42%

Automóvel

43,63%

ELETRODOMÉSTICOS

Sapatos

37,37%

Roupas

37,84%

Aparelho de som

38,00%

Computador

38,00%

Fogão

39,50%

Telefone Celular

41,00%

Ventilador

43,16%

Liquidificador

43,64%

Batedeira

43,64%

Ferro de Passar

44,35%

Refrigerador

47,06%

 

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"Se você acha que a educação é cara, experimente a ignorância"  (Derek Brok  ex-Reitor Harvard)

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"...  É graças aos soldados, e não aos sacerdotes, que podemos ter a religião que desejamos . É graças aos soldados, e não aos jornalistas, que temos liberdade de imprensa . É graças aos soldados, e não poetas, que podemos falar em público.   É graças aos soldados, e não aos professores, que existe liberdade de ensino.          É graças aos soldados, e não aos advogados, que existe o direito a um julgamento justo. É graças aos soldados, e não aos políticos, que podemos votar ..."     (Barack Obama)

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''Reunir-se é um começo, permanecer juntos é um progresso, e trabalhar juntos é sucesso"(Henry Ford).

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Aos nossos Associados: 

RECEBIMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES MENSAIS  
A partir de JANEIRO de 2013, ficou estabelecido pelo Diretor Administrativo Financeiro, um pequeno aumento nas contribuições mensais estimado no valor para R$ 45,00 (quarenta e cinco reais). Os depósitos deverão ser feitos através do BANCO DO BRASIL,
AGÊNCIA: 1629-2
CONTA CORRENTE: 20.008-5
CNPJ: 06.084.493/0001-71
FAVORECIDO: AOR
DEPÓSITO: IDENTIFICADO

 

Uniforme      Clique no botão à esquerda, para tirar dúvidas

Hotéis de Trânsito   Clique no botão à esquerda, para conhecer

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A AOR-EB precisa crescer! "Engajamento - Interação e Comprometimento"(Walter Félix Cardosos Junior, Doutor em Ciências Militares)

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O sucesso é ir de fracasso em fracasso sem perder entusiasmo. (Winston Churchill)

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Desde criança sonhava que ao completar 50 anos teria 500 mil na conta bancária. Consegui a metade, não tenho 500 mil, mas já fiz 50 anos.!!

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"Países desenvolvidos devem garantir que seus povos não sofram as consequências do desemprego e da redução das garantias sociais". Dilma Rousseff, 2011-Criticando, durante sua visita à Bélgica, as medidas de austeridade fiscal aplicadas na Europa.

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